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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 2 de abril de 2020

Como produzir teu própria energia

O prazo para amortizar as instalações pode situar-se entre os cinco e os sete anos H O investimento é especialmente interessante quando o período de maior/velho consumo se produz durante o dia

REDACCIÓN CÁCERES
08/03/2020

 

Cada vez mais consumidores domésticos e empresas se estão lançando a produzir sua própria energia. Estas som algumas das chaves deste modelo, que permite uma geração limpa de energia ao passo que diminuir a fatura da luz.

1¿PARA QUE PERFIL DE CONSUMIDOR INDUSTRIAL PODE SER INTERESSANTE?

Em geral, as instalações terrenos fotovoltaicas para autoconsumo resultam mais interessantes para aqueles perfis nos que as horas de maior/velho consumo se produzem durante o dia, coincidindo com o período no qual a instalação gera mais eletricidade. Isto permite reduzir notablemente um das despesas mais relevantes para muitas empresas, que é o da fatura da luz. Nas indústrias com tarifas elétricas 3.0 e 3.1 a poupança económico pode resultar mais atrativo porque o preço da energia é mais elevado que numa grande indústria com tarifa 6.0 que beneficia-se de preços para o termo de energia mais económicos.

2 ¿E NO CASO DUM URBANIZAÇÃO, JÁ SEJA PARTICULAR Ou COLETIVO?

Com o {RD} 244/2019 um dos sectores que mais se tem favorecido foi o urbanização, ao introduzir-se o autoconsumo coletivo, o que favorece a implantação desta tecnologia em blocos de habitações/casas/vivendas. Desta forma, os vizinhos/moradores podem utilizar/empregar a energia gerada por uma instalação partilhada, algo que antes não se permitia. O tamanho da instalação fotovoltaica em habitações/casas/vivendas unifamiliares será inferior a 10 {kilovatios} ({kW}) na maioria dos casos sendo a tramitação administrativa prévia e posterior mais simples que em instalações de maior/velho potencia. Outro ponto chave do {RD} 244/2019 é a introdução da compensação de excedentes, o que permite que os cidadãos recebam uma contrapartida económica mensal na fatura elétrica pela energia que gerou sua instalação de autoconsumo e que têm vertido à rede. Este mecanismo ajuda a reduzir a amortização da investimento. Além disso, no âmbito urbanização, a introdução das baterias que guardam a energia que se gerou pela instalação e que não se tem consumido no momento, faz possível que o usuário alcance um alto nível de independência energética e que reduza seu fatura da luz.

Em relação a isto, desde/a partir de o patronato fotovoltaica {UNEF} se incide na necessidade de reformar o design da tarifa da luz, para que acompanhe o processo de transição ecológica e se eliminem as barreiras que ainda existem ao autoconsumo. Reduzindo o peso do termo fixo da fatura (ou de potencia), que é o que se paga independentemente do consumo, poderia ver-se refletido em maior/velho medida no recibo a poupança económico que supõem as medidas de eficiência energética e a instalação de autoconsumo. Em Espanha, o peso da parte fixa da fatura (40%) é quase o dobro que a média dos países europeus (23%), se aduz.

3 ¿QUAL PODE SER O PERÍODO MEIO PARA AMORTIZAR O INVESTIMENTO?

O período de amortização das instalações para autoconsumo pode oscilar entre os 5 e os 7 anos, prazos que fariam muito interessantes a rentabilidade das instalações, tendo em conta que sua vida útil média/meia é de 30 anos. As Câmaras Municipais e administrações públicas estão ajudando a reduzir esta cifra com bonificações fiscais como no {IBI} ou nas taxas urbanísticas associadas à licença de obra.

4 ¿QUAIS SOM OS TIPOS DE INSTALAÇÃO DE AUTOCONSUMO QUE EXISTEM?

O {RD} 244/2019 diferença o autoconsumo nas seguintes modalidades de instalações: Autoconsumo sem excedentes. Instalações conetadas que dispõem de um sistema antivertido que impede a injeção à rede de energia. Autoconsumo com excedentes. Instalações que para além de fornecer energia para autoconsumo podem verter à rede a energia excedente. Entre estas últimas, podem ser acolhidas ou não a compensação. Para poder/conseguir registar uma instalação na modalidade acolhimento a compensação, se têm que cumprir todas as condições seguintes: que a fonte primária seja de origem renovável; que a potencia total da instalação não seja superior a 100 {kW}; que o consumidor subscreva um contrato de fornecimento para o consumo associado e os consumos auxiliares com a {comercializadora} de energia; que o consumidor tenha subscrito um contrato de compensação de excedentes; e que a instalação não esteja segura a um regime retributivo. O máximo montante que pode compensar-se será o total da energia comprada à rede (que costuma supor algo mais de um terço da fatura).

5 ¿QUAIS SOM OS TRÂMITES ADMINISTRATIVOS QUE TEMOS DE COMPLETAR?

A primeira gestão temos de fazê-la com a empresa distribuidora elétrica, com a que terá que realizar o trâmites de acesso e conexão. Este trâmites é obrigatório para as instalações de autoconsumo com excedentes de potencia superior aos 15 {kW}. A seguinte gestão é com a câmara municipal, para obter a licença de obra e, nos casos em que seja necessário, terá que tramitar com a comunidade autónoma a autorização ambiental e a autorização administrativa prévia. Uma vez se tenha finalizado a execução da instalação, terá que gerir com a conselheria a autorização de exploração e a inscrição no registo autonómico de autoconsumo; e com a distribuidora elétrica e a {comercializadora} de energia a compensação de excedentes e, para as instalações sem compensação, a inscrição no Registo Administrativo de Instalações de Produção em Regime Especial ({RAIPRE}) e a representação em mercado para a energia excedente.

6 ¿QUAL É O PRAZO QUE PODE DECORRER ATÉ QUE SE PÕE EM MARCHA?

Este período pode variar bastante dependendo da tramitação administrativa a realizar em função da potencia da instalação. O {RD} conseguiu que se agilizem bastante estes trâmites, especialmente nas instalações de potencia inferior a 15 {kW} e nas instalações de autoconsumo sem excedentes.

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