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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 22 de novembro de 2017

Se procura à família de um assassinado na Guerra Civil

Francisco Carrasco, de Santa Marta, era catedrático e tinha 57 anos quando morreu. Fazem esta chamada diante da iminente exumação de seu corpo

EFE region@extremadura.elperiodico.com GUADALAJARA
14/09/2017

 

A associação {soriana} de memória histórica Lembrança e Dignidade ({AsRD}) procura aos descendentes do catedrático extremenho Francisco Romero, assassinado durante a Guerra Civil, diante da iminente exumação de seu corpo, que está junto a outras cinco pessoas na localidade {soriana} de {Cobertelada}.

Francisco Romero Carrasco era natural de Santa Marta dos Lamas e vivia em Guadalajara, onde era catedrático da Escola Normal/simples, a antiga escola de mestrado.

COLEGA DE {MACHADO} / Tinha 57 anos quando foi assassinado, segundo informa a associação, que aponta que Romero Carrasco «era uma autêntica eminência e criou, junto a Antonio Machado, a Universidad Popular de Segovia. «Com Machado partilhava pensão e tertúlia e em sua honra compôs um dos {epitalamios} mais conhecidos o {Epitalamio} para as casamentos de Francisco Romero», assinala o presidente da {AsRD}, Iván Aparicio, quem assegura que têm constância de que era casado com María del Carmen García Arroyo «e possivelmente sua mulher fosse de Guadalajara, e contava com dois filhos».

«Pensamos que se há descendentes seus possam ter interesse/juro em recuperar seus restos e se não fora assim, serão enterrados dignamente», acrescenta.

Francisco Romero foi diretor das {colonias} da Instituição Livre de Ensino, tinha estudado metodologia das Matemáticas em França, Bélgica e Suíça, e em 1933 publicou ‘Metodologia das matemáticas. Procedimentos de cálculo mental e de cálculo escrito/documento rápido’.

SEM ANTECEDENTES / No processo penitenciário da cadeia de {Almazán} (Soria) se recolhe/expressa que foi detido o 20 de Agosto de 1936, com 57 anos, quando não contava com antecedentes.

Foi conduzido a {Cobertelada}, a 15 quilómetros de {Almazán}, onde foi assassinado por um grupo de falangistas com outros quatro professores.

A pedido/solicitação das famílias de três eles, se {exhumarán} seus restos mortais da vala comum os dias 22, 23 e 24 de setembro, segundo a associação, que tem facilitado o correio electrónico {recuerdoydignidad@gmail}.com por se algum descendente quer contactar.

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