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Preocupação entre os empresários

 

24/01/2020

A Confederação Regional de Empresários da Extremadura (Creex) também mostrou ontem seu «preocupação» perante o pacto para a subida do salário mínimo a 950 euros. O coletivo reconhece que era um acordo ao que tinha que chegar para {despejar} incerteza na economia, o emprego e as empresas, mas o assume «com resignação» e vaticina que prejudicará ao emprego. «Se calhar não tenha muito impacto noutras regiões, mas sim na Extremadura», assinalou o secretário-geral da Creex, Francisco Javier Peinado.

Segundo explicou, na região terá muitos sectores afetados porque seus convénios se situam agora abaixo dos 950 euros, como é o caso não só do campo, mas também da limpeza, a dependência ou a vigilância. Para estas empresas será «uma imposição legal» negociar um novo convénio, o que terá impacto na produtividade e a competividade.

Além disso, segundo Peinado, «a ninguém se lhe escapa que o o fundo procurando é incrementar os rendimentos, via cotizações, da Segurança Social», uma questão que considera que «pode ser legítima, mas não fazê-lo assim, de maneira brusca». Insiste, não obstante, em que este acordo «é o menos mau, pois uma subida a mil euros tivesse sido uma catástrofe».

Sobre este assunto também pronunciou-se ontem o presidente da Junta, Guillermo Fernández Vara, que considerou «de justiça» a subida do salário mínimo aos 950 euros. Numas declarações recolhidas por Efe, advogou por «fazer tudo o possível para que as empresas o possam pagar». «É de justiça que se possa repartir o benefício para que uma parte reverta na própria empresa e outra vá aos empregados», disse o presidente, que instou às empresas e os sindicatos a acordos sobre os convénios para que se melhore a produtividade, a economia cresça e se gere mais emprego.