Menú

El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 21 de septembro de 2018

PP e Podemos se unem para fixar que teve irregularidade nas ambulâncias

Conseguem na Assembleia aprovar suas conclusões; não as de PSOE e {Cs}. O PSOE fica só/sozinho em sua acusação de que teve «boicote» no transferência/trespasse/passagem

P. C. region@extremadura.elperiodico.com MÉRIDA
13/06/2018

 

Teve irregularidades no concurso para o serviço do transporte sanitário terrestre que favoreceram a Ambulâncias Don juan, e não se produziu boicote por parte da anterior concessionária do serviço (Consórcio Extremenho de Ambulâncias) durante o transferência/trespasse/passagem de competências. Esta é a conclusão geral que sai da Comissão de Investigação aberta na Asamblea de Extremadura sobre/em relação a este assunto e cujo parecer de conclusões foi aprovado ontem no Parlamento regional, avalizando as elaboradas por PP e Podemos, encaminhadas neste sentido; e rejeitando as apresentadas por PSOE e Ciudadanos, que chegaram em forma de voto particular à sessão plenária. O Grupo Socialista ficou só/sozinho em sua argumentação de que teve «boicote» por parte da anterior adjudicatária do serviço para «colapsar» o trabalho que agora presta Ambulâncias Don juan.

A deputada socialista Ascensión Godoy acusou mesmo de que os anteriores responsáveis deste serviço «não tributavam» por seu trabalho, uma acusação que tanto/golo Ciudadanos como PP consideram «muito grave». Em relação a isto, a deputada socialista indicou que «os sócios da anterior {adjudicatoria} obtinham benefícios empresariais que camuflavam recebendo'ls em seus {desorbitantes} ordenados mensais, em lugar de tributar por eles»; uma acusação que tanto/golo Ciudadanos como o Grupo Popular entendem que deve terminar nos tribunais.

O deputado do PP José María Saponi, cujo grupo transferiu a Procuradoria suas conclusões, enfatizou na sua intervenção a existência de indícios de possíveis delitos como prevaricação ou má gestão dos fundos por um suposto trato de favor da Administração extremenha até a atual empresa adjudicatária, Ambulâncias Don juan, tanto/golo na informação facilitada no concurso como na inspeção dos veículos. «Vocês primaram critérios económicos para poupar-se 17 milhões em lugar de critérios para a melhoria do serviço; e se vulnerou a igualdade entre as empresas participantes porque se deu diferente informação aos diferentes licitadores», declarou.

Tudo isso, no seu entender, pode pôr em risco a prestação do serviço e implica o incumprimento das condições laborais dos trabalhadores e das melhorias recolhidas no caderno de encargos.

Além disso, entre as conclusões do PP aprovadas figuram a denúncia de «trato de favor» a Ambulâncias Don juan, que ainda não se têm estabelecido as melhorias contidas nos folhas de adjudicação, e a «falta de diligência» por parte da Junta, pelo que Saponi insistiu em que «deve ter demissões ou cessações porque foram muitos os responsáveis políticos»; embora personalizou no presidente extremenho, Guillermo Fernández Vara; e o conselheiro de Saúde, José María Vergeles.

Por seu lado, entre as conclusões de Podemos aprovadas ontem no Parlamento destacam as supostas irregularidades em torno da diferente informação que receberam os licitadores, com o que o concurso para seu deputado Daniel Hierro «não se produziu em igualdade de circuntâncias» para todas as empresas que concorriam. Além disso, o preço do concurso também não contemplou a quantia real do serviço, pelo que não se podem implementar as melhorias contempladas e se estão incumprindo as cláusulas sociais e o convénio coletivo dos trabalhadores, o que está a dar lugar a sentenças condenatórias para Ambulâncias Don juan, enfatizou.

No entanto, para o PSOE o concurso foi «legal, transparente e objetivo», e teve «ingerèncias e o boicote» por parte da anterior adjudicatária, o que provocou, no seu entender, o colapso do serviço nos primeiros dias do transferência/trespasse/passagem, sentenciou a deputada Ascensión Godoy.

Vitória Domínguez, de Ciudadanos, assinalou que a comissão não permitiu constatar supostas ilegalidades no processo, embora deixa abertas «importantes dúvidas e interrogantes», pelo que pediu a criação na Assembleia duma comissão que controle o serviço do transporte sanitário.

Todos os grupos coincidiram em denunciar a abusiva contratação em práticas que leva a cabo a nova adjudicatária, pelo que lhe exigiram uma redução nas mesmas.

As notícias mais...