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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 19 de janeiro de 2018

O PP pede uma comissão na Assembleia sobre/em relação a as contratações em {Gisvesa}

Apresentam que se fiscalizem todas as contratações feitas desde o 2007 . Alega que «tornou-se numa agência de colocação do PSOE»

REDACCIÓN
13/01/2018

 

El Grupo Parlamentario del PP en la Asamblea de Extremadura registró ayer una petición para que se cree en la cámara una {Comisión} no {Permanente} de {Investigación} sobre la contratación en la empresa pública {Gestión} de {Infraestructuras}, Chão e Habitação da Extremadura ({Gisvesa}) por supostas irregularidades. Assim o assinalou, no decurso duma conferência de imprensa em Mérida, o porta-voz de Finanças do PP na câmara, Luis Alfonso Hernández Carrón.

Na quarta-feira passada o PP denunciou que {Gisvesa}, inscrita à Junta, «tornou-se numa agência de colocação do PSOE», pois pelo menos 19 cargos e excargos desta formação política foram contratados nos anos 2016 e 2017. Hernández Carrón sublinhou que é preciso controlar o processo de seleção dos novos contratados, concretamente o «tomada» destes altos cargos do PSOE. El dirigente popular incidiu em que o PP reclama que se fiscalizem as contratações desde 2007, incluído o período de governo regional dos populares, já que estes «não têm nada que ocultar». Explicou que o 50% dos contratados pertencem ao PSOE e que deve ter «transparência da boa» e não a que proclamam os socialistas.

Segundo Hernández Carrón, o PSOE deve votar a favor da constituição da Comissão de Investigação se não tem nada que esconder e que se Podemos se opõe «será cúmplice» em troca do acordo orçamental com o Governo regional.

Também, continuou o dirigente do PP, o Grupo Parlamentar Popular votará contra da emenda parcial 208 do PSOE que, por montante de 1,6 milhões de euros, tem como objetivo, assegurou, «arranjar o desequilíbrio e o casa de campo» no qual tornou-se a empresa pública {Gisvesa}.

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