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Os pecuários reclamam uma prova «fiável» para a tuberculose bovina

Denunciam que no 80% dos casos as cabeças sacrifícadas som falsos positivos. Apresentam aplicar o teste comparado ou o do {gamma}-{interferón} para minimizar erros

 

Exemplares pastando numa explotação de gado de bovino. - EL PERIÓDICO

REDACCIÓN region@extremadura.elperiodico.com MÉRIDA
08/03/2020

Os pecuários da região de La Vera pediram à Junta de Extremadura uma prova «fiável» para detetar a tuberculose bovina e evitar assim os falsos positivos nas campanhas de saneamento, que implicam «perdas importantes» de ganho e também económicas. Após mais de 30 anos de luta, asseguram que a Administração regional lhes submete a uma série de critérios que, «longe de erradicar a tuberculose, o que vai é a mais», pois trata-se de uma doença {zoótica} que se partilha com outra fauna.

Em declarações a Europa Press Televisão, José Rafael García, Casto {Galero} e Justino Sánchez, três pecuários da Região de La Vera, têm comentado a situação na qual encontram-se suas explorações. Seus animais se submetem à prova de deteção simples, e eles exigem que se lhes realize a tuberculina comparada. Com a prova simples aos exemplares que dão positivo se lhes sacrifíca, e segundo denunciam os pecuários no 80% dos casos «e inclusivamente acima» se corrobora depois tratar-se de falsos positivos, porque os animais dão negativo nas provas {post} {morten} e os resultados da autópsia. Por isso, reclamam uma análise que «em vida» lhes garanta que as cabeças que levam-se ao matadouro «realmente» têm tuberculose.

«Estamos tendo uma perda impressionante de ganho», indica García, que assinala que com a prova tuberculina comparada terá «menos possibilidades de matar animais que não estejam doentes». Os pecuários também apresentaram que se pratique a prova do {gamma}-{interferón} e que aquela vaca que dê positivo às dois provas, seja a que se sacrifíca. «Se uma vaca está doente tem que dar (positivo) às dois, mas pode ser um erro», reiteraram.