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Orçamentam 700.000 euros mais para os hospitais de Cáceres e Don Benito

Não prospera a petição de Podemos de aumentar o rendimento mínimo em 10 milhões. Meio milhão é para o cacerenho e 200.000 para o das Vegas Altas

 

Hospital Universitário de Cáceres. - EL PERIÓDICO

EFE
24/01/2020

Os orçamentos da Extremadura para este exercício alargarão em 500.000 euros sua verba para a segunda fase do Hospital Universitário de Cáceres e em 200.000 para o novo de Dom Benito-Villanueva ao prosperar dois emendas de Unidas por Extremadura (UPE) transacionadas pelo PSOE.

Apesar de que tanto PP como Ciudadanos, na primeira jornada de debate das emendas parciais às contas que esta quinta-feira celebra a Assembleia, tinham anunciado seu apoio ao texto de {UPE} -no caso de Cs transacionando-, finalmente a coalizão se tem decantado pela oferta apresentada pelos socialistas.

«Se o PSOE nos faz esta oferta {sacamos} algo, se estamos sós não {sacamos} nada, e mais vale pássaro em mão», manifestou o deputado de UPE Joaquín Macías dirigindo-se aos outros dois grupos da oposição/concurso público.

Em a sua proposta inicial, UPE pedia um milhão de euros mais para a segunda fase do hospital cacerenho -que no projeto de PGEx conta com uma dotação de 500.000 euros- {detrayéndolo} da verba/partida de construção, reposição e manutenção de equipamentos e infraestruturas hospitaleiras.

Também, reclamava dois milhões de euros mais para impulsionar a construção do novo Hospital de Dom Benito-Villanueva tem {consignados} dois milhões nos orçamentos-, neste caso furtando este montante de receitas médicas.

Finalmente ambas verbas sairão adiante com uma quantia inferior porque, segundo argumentou a socialista {Catalina} Paredes, «partilhamos a necessidade de avançar» nestas dois grandes infraestruturas mas não nas verbas donde se propõe a baixa.

«Em Cáceres já se estão a dar os passos prévios necessários para poder/conseguir licitar a segunda fase» e em Don Benito «esta transacional permite aumentar a dotação para acometer neste ano a licitação da obra e início da construção», afirmou Paredes.

Estas são as duas únicas emendas que sairão adiante das formuladas por {UPE} à Secção 11 -correspondente à Vicepresidência e Conselheria de Saúde e Políticas Sociais-, entre as que figuravam também a procura de 10 milhões de euros mais para a Rendimento Mínimo de Inserção e outro cinco para o serviço de ajuda a domicílio.

Os populares rejeitaram aquelas que dão de baixa verbas/partidas relativas ao âmbito sanitário, a exceção da referida à segunda fase do Hospital de Cáceres porque, «embora é ideológica, é de envergadura», afirmou sua deputada Consolo Rodríguez.

«Deus nos coxa confessados para que a baixa não se leve a cabo», acrescentou a parlamentar ao aceitar esta emenda de {UPE} -finalmente sem êxito- ao passo que tem chamado a atenção sobre/em relação a o facto/feito de que os grupos da oposição/concurso público «temos coisas em comum e isso é bom para os extremenhos».