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El Periódico Extremadura | Sábado, 25 de novembro de 2017

O novo curso escolar arranca com 1.000 estudantes menos e 123 docentes mais

Na maioria de centros se alcançará a gratuidade nos livros e aumentam as rotas de transporte. Segundo um estudo da Junta, a região perdeu 11.000 alunos em dez anos pela baixa natalidade

CARMEN HIDALGO
12/09/2017

 

Menos alunos e mais docentes na volta às salas de aula dos escolares extremenhos. Amanhã se iniciará o curso escolar na Extremadura com 179.794 alunos matriculados, mil menos que no ano passado, e uma plantel/quadro de 15.450 docentes, 123 mais que no curso académico anterior. Entre as novidades destacam a incorporação de nove rotas no transporte escolar até somar 614, o alargamento de 21 secções bilingues, bem como a posta em marcha de dez salas de aula matinais e de três novos comilões escolares. A tão somente um dia de que comecem as classes, 63 dos 133 projetos de melhoria que a Junta está levando a cabo nos centros estão ainda sem finalizar.

«Queremos transmitir uma mensagem de tranquilidade a toda a comunidade educativa porque o curso começará com total normalidade». Assim o assegurou ontem a conselheira de Educação, Esther Gutiérrez, quem afirma que o Governo regional está a trabalhar neste assunto para que as obras que seguem/continuam em marcha tenham «o menor transtorno» para o os alunos. Cabe assinalar que o curso 2017-2018 se iniciará amanhã na região e finalizasse o 21 de Junho de 2018 para os alunos de Educação Pre-escolar, Primária e Ensino secundário, aos que nos seguintes dias se irão somando os de Ensino secundário e Formação Profissional, Ciclos Formativos de Grau/curso universitário Superior e Meio, entre outras.

Segundo um estudo realizado pela Conselheria de Educação, na última década se registou uma «perda» de 11.000 alunos na Extremadura devido à descida da natalidade, um dado que «preocupa muitíssimo à Junta». Pelo contrário, nestes dez anos aumentou a procura dos ciclos de ensino de Formação Profissional com 6.000 estudantes mais. Neste ano se prevêem umas 19.500 matrículas em FP e se oferecerão seis novos ciclos sobre/em relação a automoção, atividades agropecuárias, sistemas informáticos e redes, aproveitamentos florestales, desenvolvimento de aplicações web e informática de escritório.

Em relação ao professorado, Gutiérrez destacou que nos três últimos anos se têm incorporado uns 700 docentes mais, o que mostra o «aumento consecutivo da plantel/quadro docência» e o «esforço» que faz a Junta por uma «educação de qualidade».

MAIS SALAS DE AULA MATINAIS // Em aras de fomentar a conciliação laboral e familiar, Educação habilitará dez novas salas de aula matinais até chegar a um total de 196, das que se beneficiarão 4.000 escolares e se mantém o horário de entrada às 7.30 horas, como se estabeleceu no passado curso. Quanto aos comilões escolares, o curso contará com três novos elevando o número a 263, que atenderão a uns 17.000 alunos de toda a região, dos quais o 80% estarão bolseiros.

Para o novo curso se mantém o investimento de sete milhões de euros par a aquisição de livros de texto, dos que seis milhões são para aumentar os bancos de livros em centros públicos e um milhão para os concertados, pelo que «na maioria se alcançará a gratuidade total». Por outro lado, e em relação ao transporte escolar, um serviço «essencial» que chega a mais de 17.000 estudantes extremenhos de todos os níveis educativos, este curso se oferecerão 614 rotas de transporte escolar, nove mais que as que emprestavam serviço ao finalizar o curso passado.

acosso escolar // Entre as novidades educativas, a conselheira informou de que neste curso começará a funcionar o programa ‘Ajuda entre Iguais. Alunos acompanhantes’, de luta contra o acosso escolar em 140 centros no qual os protagonistas são os próprios alunos, aqueles que comprometem-se nessa lavor/trabalho de melhorar a convivência. Também, Gutiérrez salientou a posta em marcha de dois novas salas de aula para atender a os alunos com Transtorno do Espectro Autista ({TEA}), em Navalmoral e Mérida, com o que se elevam a 18 os centros que dão este serviço.

No novo curso académico se inclui a possibilidade de que os centros, através dos conselhos escolares, adotem «medidas extraordinárias» como reduzir o horário por altas temperaturas.

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