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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 19 de agosto de 2019

Os municípios reduzem sua dívida um 14% e mais da metade está já a zero

205 câmaras municipais não devem nada aos bancos, mas ainda há uma vintena com mais de um milhão pendente. Todos os da região exceto 17 reduzem seu passivo em 2018. Mérida e Plasencia são as mais endividadas

ROCÍO ENTONADO region@extremadura.elperiodico.com MÉRIDA
13/08/2019

 

Bons tempos para os cofres locais. Os municípios da região conseguiram reduzir a sua dívida um 14% em 2018 e mais da metade estão já ao dia nos pagamentos com os bancos. Assim o refletem os dados do último relatório/informe da Secretaria-geral de Financiamento Autonómico e Local do Ministério de Finanças, que através dos dados facilitados pelo Banco de Espanha, constata um novo {desdenso} da dívida viva do conjunto/clube das câmaras municipais extremenhos a 31 de Dezembro de 2018. Em todos os casos salvo exceções a dívida se reduz em relação ao ano anterior.

Em seu conjunto/clube, a dívida das câmaras municipais com as entidades bancárias soma 196,6 milhões de euros, o que supõe uma descida de 14% e 33,3 milhões menos que em 2017. Dos 388 municípios extremenhos, 205 se mantêm em dia de pagamento com os bancos (o relatório/informe de Finanças não inclui a dívida a fornecedores), e deles 73 pertencem à província de Badajoz e 132 à de Cáceres. Azuaga, La Codosera, Fuente de Cantos, Puebla de Obando, {Aldehuela} de Jerte, Botija, Cadalso, Gargantilha, Malpartida de Cáceres, {Marchagaz}, Pinofranqueado e Valverde del Fresno são os 12 municípios que no último ano passaram a fazer parte da lista de povos/povoações ao dia com os bancos, que já antes também era numerosa.

Frente a estes, chama a atenção a existência duma vintena de pequenos municípios com dívidas superiores ao milhão de euros. Na província de Badajoz são A {Albuerta} (1,9 milhões), Alburquerque (7,1), Arroyo de San Serván (1,4), Castuera (1,08), Hinojosa del Valle (3,12), Puebla de Alcocer (1,3 milhões), Quintana de la Serena (1,11 milhões), Santa {Amalia} (2,3 milhões), Torremejía (1,4), Villafranca de los Barros (1,2) e Zafra (3,4 milhões). Os povos/povoações cacerenhos com mais de um milhão de dívida são Cañaveral (1,26 milhões), Logrosán (1,2), Madroñera (4,7), Moraleja (2,6), Plasenzuela (1,42 milhões) e Talayuela (1,9 milhões).

Mas embora estas cifras possam parecer avolumadas, o certo é que a tendência da dívida municipal vai em baixa e assim o demonstra o facto/feito de que ao longo do ano 2018, segundo os dados de Finanças, só/sozinho 17 câmaras municipais incrementaram seu pendente com os bancos. São {Burguillos} do Cerro (deve 12.000 euros), Cabeza del Buey (385.000) Castuera (1,08 milhões), {Mengabril} (214.000 euros), Puebla de Alcocer (1,3 milhões), Santa Marta (511.000 euros), Valência do {Mombuey} (160.000), Alía (11.000 euros, quando em 2017 estava a zero), Brozas (325.000), Hoyos (113.000 euros), Jarandilla de la Vera (19.000 euros, também estava a zero em 2017), Madroñera (4,7 milhões), Piornal (1,09 milhões), Santa {Marga} de {Magasca} (938.000 euros), El Torno (111.000 euros, o ano anterior não devia nada), {Valdastillas} (15.000) e {Villamesías} com 424.000 euros.

CIDADES / Pelo que {respecta} às cidades, o relatório/informe de Finanças reflete que todas elas conseguiram reduzir seus passivos ao longo/comprido de 2018. Mérida e Plasencia, com 39,2 e 34,9 milhões de euros, respetivamente, continuam a ser os municípios mais endividados da Extremadura. No caso da capital autonómica a queda/redução no último ano foi de 2,2 milhões de euros (-5,2%) e na cidade do Jerte de 2,3 milhões e um 6,1% menos.

No entanto, uma das maiores/ancianidade quedas é a registada na cidade de Badajoz, que passou de 16,5 milhões de dívida em 2017 a 9,8 em 2018: 6,7 milhões menos, um 40% que contrasta com o aumento experimentado em 2017. Pelo que {respecta} a Cáceres, a dívida com os bancos passou de 23,3 milhões em 2017 a 18,4 em Dezembro de 2018, que são 4,9 milhões menos e uma queda/redução de 21%. Por seu lado, Don Benito e Villanueva de la Serena também seguem/continuam com sua tendência baixista e se consolidam com as cidades com menor dívida: 120.000 euros no caso da primeira e 416.000 a segunda.

O relatório/informe emitido pelo Ministério de Finanças também inclui os dados das assembleias provinciais provinciais. Neste afastado, cabe destacar que as de Cáceres e Badajoz estão entre as menos endividadas do país com 32.000 e 358.000 euros.

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