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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 2 de abril de 2020

O movimento intergeracional do feminismo, uma via à igualdade

«Às mulheres nos tem costado o dobro {visibilizar} nossa valia», diz Branca Martín . Vara afirma que «as leis permitiram mudar coisas», mas «não mudam as mentes»

REDACCIÓN epextremadura@elperiodico.com MÉRIDA
10/03/2020

 

As matemáticas e o futebol representam dois âmbitos, dois linhas de verba/partida e de início, aos que às mulheres lhes tem costado o dobro chegar que aos homens, e somente o afinco, o talento, o esforço e a ambição de várias gerações têm aberto o caminho até e pela igualdade. A voz e a valentia de muitas delas, especialmente por elevar e demonstrar dentro um quadro fabricado por homens, ficaram ontem expressadas no ato institucional da Extremadura por ocasião do Dia internacional da mulher.

A Asamblea de Extremadura acolheu este ato com presença de representantes de instituições e administrações públicas, forças políticas, entidades sociais, sindicais, judiciais e das Forças de Segurança do Estado, entre outras instituições, informa Efe.

O chefe do Executivo extremenho, Guillermo Fernández Vara, e a titular da Câmara legislativa, Branca Martín, intervieram neste ato, bem como a presidenta do Clube de Futebol feminino {Olympia} de Las Rozas, a {ceclavinera} Sonia Soria, e a professora de Matemáticas da Universidad de Extremadura Inmaculada Torres.

‘Abrindo caminhos, cumprindo sonhos’ é o mote do citado clube de futebol, uma iniciativa que pôs em marcha Sonia Soria em 2015, com uma equipa formado por 13 jogadoras, e que agora conta com 170 jogadoras e várias equipas. Soria pediu «o acordo/compromisso para {empoderar} às mulheres e, muito especialmente, àquelas em situação vulnerável ou com deficiência». «O desporto tem o poder/conseguir de mudar o mundo», acrescentou.

Desde/a partir de o âmbito docente, Torres disse que «matemáticas», apesar de ser um substantivo «feminino e plural», está num «universo masculino que tem marginado à mulher».

Mulheres matemáticas que tiveram que passar-se por homens para manter correspondência formativa com seu homólogos foi uma das numerosas situações {quedescribió} Torres para refletir que neste âmbito, como noutros, à mulher se lhe tem impedido cumprir reptos/objetivos, corridas/cursos e objetivos. No curso 2017-2018, a percentagem de mulheres catedráticas em Matemáticas foi de 13% em Espanha, onde somente há cinco catedráticas de Análise de Matemáticas.

Previamente, Branca Martín disse que às mulheres «nos tem costado o dobro {visibilizar} nossa valia porque a forma de ver e de pensar o mundo esteve sempre condicionado por uma {masculinidad} sectária, por um {patriarcado} todo-poderoso e por um ordem/disposição disposto a calar e a marginar à metade dos ativos de toda uma civilização».

Defensora do linguagem inclusiva, Martín apelou a continuar «os exemplos daquelas mulheres —citou a {Matilde} Lança, Juliana {Fariña} e {Inés} de Suárez, entre outras—que fizeram realidade seus desejos e que, com esforço, vontade, talento e sacrifício, seguem/continuam empurrando para que vamos muito mais longe».

Na sua intervenção, Vara afirmou que «as leis permitiram mudar coisas», mas «as leis não mudam as mentes». «Ainda há muitas mentes fechadas e grupos de {Whatsapp} onde se intercambiam fotos de mulheres», criticou. Pelo contrário, pôs em valor «o movimento intergeracional» que representa o {femenismo}.

Também, as porta-vozes de Igualdade dos grupos parlamentares, Lorena Rodríguez (Unidas por Extremadura), Marta Pérez (Ciudadanos), Consolo Rodríguez Píriz (PP) e Soraya Vega (PSOE) leram a Declaração institucional de 8 de Março aprovada pelo plenário/pleno.

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