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El Periódico Extremadura | Terça-Feira, 11 de dezembro de 2018

Mais jubilados e menos população

Numa década Extremadura terá um 15% mais de vizinhos/moradores maiores/ancianidade de 65 anos enquanto, em geral, continuará perdendo habitantes (em torno do 4%) H A esta realidade soma-se que os jovens ativos têm caído um 20% no último lustro

ROCÍO SÁNCHEZ RODRÍGUEZ
11/01/2018

 

¿Como se sustenta uma sociedade que perde habitantes, sua população envelhece e suas jovens vão-se embora fora a trabalhamos/trabalhámos? O contexto é complexo. O futuro, incerto.

As feridas que a instabilidade económica estão deixando no sistema arrastam a uma impulsiva busca de soluções. Se ingressa menos do que se gasta. O desequilíbrio é evidente, sobretudo quando se fala de pensões.

Cada vez há mais pessoas maiores/ancianidade que recebem uma reforma, enquanto a população {veinteañera} que poderia começar a descontar ou bem emigra por falta de trabalho, ou bem fica e tem que assumir contratos precários com uma {nimia} contribuição à Segurança Social.

No caso da Extremadura, a dificuldade se {acrecienta} ao ser uma das regiões com mais perda de habitantes e com maior envelhecimento de seus povos/povoações e cidades.

Os dados sobre/em relação a previsões de população que maneja o INE (Instituto/liceu Nacional de Estatística) atiram uma realidade presente e futura em alerta. Na próxima década, os maiores/ancianidade de 65 anos aumentarão um 15% na região, o que significa uns 39.000 mais (passassem de 217.067 a 256.455). Ao mesmo tempo seguirá/continuará a perda, em geral, de habitantes, à volta de um 4% (nos próximos dez anos, a população na Extremadura diminuirá em 40.777 pessoas, ficando em 1.032.107). O resultado é que em 2028, um em cada quatro extremenhos terá mais de 65 anos.

Mais estatísticas para testemunhar esta conjuntura: enquanto o número de jubilados cresceu mais de um 2% nos últimos cinco anos, no mesmo período teve uma descida dos jovens ativos de entre 25 e 34 anos (aqueles que ou bem trabalham ou estão em busca de emprego) de quase um 20%. Principalmente pela emigração. A consequência, de novo, o desequilíbrio do sistema.

«É de justiça»

Daí a proposta que lançou na terça-feira passada o líder do PSOE, Pedro Sánchez, que apresentou um imposto à banca para custear o sistema de pensões. Argumentou que os espanhóis tiveram que contribuir «com o suor de sua frente» ao resgate das entidades financeiras, pelo que considerou de justiça que agora sejam estas aqueles que ajudem a manter a estrutura económica.

Com esta nova taxa calcula que se possa arrecadar até 1.000 milhões anuais que iriam destinados a reduzir uma parte do défice da Segurança Social.

O certo é que o ano passado o Governo gastou o 90% da mealheiro das pensões e, para não deixá-la ainda mais tiritando, o Estado fez um empréstimo de 10.193 milhões de euros a este organismo. Em 2018 prevê-se que acontecerá algo similar.

O contexto é complexo. O futuro, incerto.

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