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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 17 de fevereiro de 2020

Lista a plataforma do TGV entre Plasencia e Badajoz: avança a via

Já se trabalha no montagem de travessas e carris em todo o traçado extremenho, que terminará a final de 2019. Nesta semana têm terminado as obras em 2 troços e só/sozinho faltam rematar 6 {km} no ramal de Plasencia

G. MORAL
12/07/2019

 

Lento, mas em marcha. A nova plataforma ferroviária pela que decorrerá em 2020 primeiro um comboio rápido de altas prestações e depois, se espera, um comboio de alta velocidade acaba de dar nesta semana um novo passo. Faz apenas uns dias, {Adif} anunciava a terminação das obras da plataforma em dois troços duns dez quilómetros ao todo entre Cáceres e Plasencia e isto supõe o fim duma etapa: a plataforma já está completa entre Plasencia e Badajoz. Faltam, isso sim, uns seis quilómetros e meio no troço Estação de Plasencia Plataforma-Ramais de conexão de Plasencia, «que se encontram num grau/curso universitário de avanço muito alto», explicam desde o Administrador de Infraestruturas Ferroviárias ({Adif}). Este último troço permitirá a conexão da nova linha com a convencional em Plasencia.

Uma vez lista a plataforma, o seguinte passo é o montagem da via ferroviária em toda sua extensão. Estes trabalhos de colocação das travessas e os carris pelos que decorrerão os novos comboios começaram entre Cáceres e Mérida em setembro de 2017 e agora também se estão estendendo pelo resto de traçados. «O montagem de via se está realizando já nos troços Mérida-Badajoz, Cáceres-Mérida e Plasencia-Cáceres», assinalam. ¿Quando se terminará? «Está previsto que o montagem de via esteja finalizado em finais de 2019», apontam desde {Adif}.

Assim, os processos que se desenvolvem na atualidade em todo o traçado consistem no estendido de {balasto}, a instalação de travessas polivalentes (o que permite em troca de largo ibérico ou internacional, habitual nas linhas de alta velocidade espanholas) e dos carris, entre outras. Ao mesmo tempo, também se está a trabalhar nas subestações elétricas (três, em Cañaveral, Carmonita e {Sagrajas}) e nos centros de autotransformação associados (doze ao todo) entre Badajoz e Plasencia, atuações necessárias para a eletrificação e cujas obras se adjudicaram o passado Janeiro.

A SEGUNDA FASE / Com estas atuações se concluirá a primeira fase do novo traçado extremenho pelo que se esperam que possam circular comboios com melhores prestações que os atuais a partir do próximo ano 2020. Ainda assim, o objetivo final não é só/sozinho melhorar a conexão ferroviária dentro da Extremadura, mas também fora para poder/conseguir chegar até à capital de país, mas para isso ainda falta muito mais trabalho e tempo. O traçado entre Madrid-Oropesa ainda está em {pañales} enquanto o que une Oropesa com Plasencia sim está avançando aos poucos. Esta última parte somam algo mais de 68 quilómetros que estão divididos em sete troços, todos eles já adjudicados (o último foi no passado 26 de Junho) ou finalizados.

O seguinte passo fundamental para poder/conseguir falar de alta velocidade é a eletrificação da via que, por enquanto, só/sozinho está projetada no traçado extremenho (de Badajoz a Plasencia). Em 125 quilómetros (entre Plasencia e a bifurcação de Associações Brancas, em Mérida) as obras necessárias para dar este passo –que permitirá a circulação/trânsito de comboios elétricos em lugar dos diesel que começarão a funcionar em 2020– já se têm licitado, enquanto continuam estando pendentes os trâmites ambientais para iniciar/dar início a eletrificação no resto do traçado (entre Mérida e Badajoz).

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