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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 22 de novembro de 2017

Os lares destinam o 43,5% de sua despesa à volta ao {cole}

Extremadura está no segundo posto do ranking nacional pelo nível de desembolso. As famílias da região gastarão em setembro uma média/meia de 786 euros

REDACCIÓN
11/09/2017

 

Os lares extremenhos destinarão em média 786 euros de seu orçamento de setembro à volta ao colégio, o que representa o 43,50 por cento de seu rendimento média/meia neta por lar mensal, que é de 1.805 euros, segundo uma análise que tem realizado o {comparador} online {Textolibros}.com.

Concretamente, os lares da Comunidade Valenciana (53,5%), Extremadura (43,5% de seu rendimento média/meia, a mais baixa do país) e a Região de Múrcia (43,5%) são os que maior percentagem de seu orçamento têm que destinar ao regresso às salas de aula dos escolares. Por seu lado, os lares de A Rioja (26,9%), Navarra (33,2%) e Aragão (33,9%) são os que menor parte de seus rendimentos empregarão no início das classes.

No conjunto/clube do país, os lares espanhóis destinarão em média o 38,6% de seu orçamento de setembro (859 euros duma rendimento média/meia de 2.227 euros) à volta ao colégio. Para chegar a esta conclusão, o {comparador} online {Textolibros}.com se tem baseado nos últimos dados publicados pelo Instituto/liceu Nacional de Estatística (INE) sobre/em relação a as rendimentos médias dos lares e um estudo de {Kelisto}.é sobre/em relação a o desembolso que supõe a pais e mães o arranque do curso.

A despesa meio escolar varia em função do tipo de centro educativo e o nível académico de cada menino, mas inclui desde a compra do material escolar básico e os uniformes, até ao sala de jantar, o transporte, as atividades extraescolaridades e as matrículas, segundo comenta Alejandro Contreras, diretor-geral de {Textolibros}.com. Neste linha, o buscador destaca que comprar os livros online é «uma opção que pode levar a alcançar uma poupança de até um 25%».

Em Espanha o custo de voltar às salas de aula aumentou um 4,6 por cento na última década, embora com diferenças em função do tipo de centro escolhido e, desta forma, nos públicos, a despesa aumentou um 9,2% (com 574 euros), enquanto nos privados, se tem recortado mais de um 30% (802 euros).

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