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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 3 de abril de 2020

A Junta transfere as dificuldades para manter as escolas rurais

A conselheira Esther Gutiérrez reuniu-se ontem com a ministra Isabel Celáa

REDACCIÓN
07/03/2020

 

A conselheira de Educação e Emprego da Junta de Extremadura, Esther Gutiérrez, transferiu ontem à ministra do ramo, Isabel Celáa, as dificuldades da administração regional para manter abertas as escolas rurais.

Uma educação no âmbito rural para o qual a Administração regional realiza «um grande esforço económico» para manter os centros abertas num momento no qual os índices de natalidade descem, pelo que é «muito difícil manter os recursos», assinalou Gutiérrez, quem salientou que o governo da Junta é «progressista» e aposta em «a qualidade e igualdade de oportunidades» para os residentes em zonas rurais e urbanas.

Por este motivo, lhe transferiu a «necessidade de contemplar certos aspetos nos fundos de cooperação a nível nacional para seguir/continuar apoiando a escola rural».

Assim o indicou a conselheira extremenha numa comparência combina com a ministra de Educação e Formação Profissional após uma reunião que se prolongou durante uma hora.

Questionada por como recebeu a ministra esta petição/pedido de fundos para a escola rural, a conselheira disse que o fez com «boa sintonia» em tanto/golo que Celáa é «partidária» deste modelo, dado que «fechar uma escola é fechar parte de um povo/vila», se bem «não comprometeu-se especificamente», embora sim o considerou um «aspeto a ter em conta a curto prazo».

Outra das questões abordadas na reunião foi a tramitação da Lei Orgânica de Modificação da LOMCE, a {LOMLOE}, que a dirigente extremenha considera uma «oportunidade» para mudar uma lei que desde/a partir de 2013 encontrou «uma oposição/concurso público tremenda», não só/sozinho de partidos políticos mas também da própria comunidade educativa, e especialmente contra aspetos como as exames ou a segregação.

Assim,celebrou que a futura lei pretende garantir a igualdade de oportunidades, oferecer uma educação de qualidade que vai a beneficiar a alunos e a toda a comunidade educativa, permitindo a participação dos pais, e também ao professorado, que a «longo/comprido prazo» terão acesso à carreira profissional docente. A ministra, por seu lado, salientou que a conselheira lhe transferiu as «preocupações» da comunidade em matéria educativa, entre as que citou a FP e a educação de zero a três anos.

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