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El Periódico Extremadura | Domingo, 17 de novembro de 2019

A Junta garante uma maior cooperação extremenha em África

O orçamento para o próximo exercício é de 12 milhões de euros

REDACCIÓN CÁCERES
08/11/2019

 

O Conselho Reitor da Agência Extremenha de Cooperação Internacional ao Desenvolvimento ({Aexcid}), presidido pela conselheira de Igualdade e porta-voz da Junta de Extremadura, Isabel Gil Rosiña, deu luz verde ao Plano Anual para a Cooperação Extremenha para o próximo exercício 2020, que contará com uma linha de subsídios de mais de 12 milhões de euros e que terá como objetivo prioritário o continente africano.

O diretor-geral da {Aexcid}, Ángel Calle, informou que este plano anual para 2020, aprovado por unanimidade, contará com dois linhas estratégicas que subsidiassem, por um lado, projetos de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento, e por outro, projetos de educação para a cidadania. Este plano tem como quadro de referência o Plano Geral 2018-2021 e se destinará uma verba/partida de mais de 12 milhões euros. Além disso, Ángel Calle tem posto de manifesto que Extremadura é a segunda região de toda Espanha em esforço económico por habitante em matéria de cooperação, só/sozinho por detrás do País Basco.

«Temos consumido num 97% toda a solidariedade da Extremadura em mais de 20 países», assegurou Calle, informa em nota de imprensa a Junta de Extremadura.

Neste sentido, o diretor da {Aexcid} afirmou que essa solidariedade também gera emprego para os jovens extremenhos, «a melhor geração formada nunca em nossa região que domina idiomas e relações internacionais, que sabe como funciona o mundo e como comprometer-se», sublinhou.

Quanto ao emprego, Calle assinalou que se geraram mais de 130 postos de trabalho neste 2019 a base de «exercer nossa solidariedade em tantos países do mundo». Desta maneira, e após 25 anos de «esforço e solidariedade», o titular da {Aexcid} tem avançado que a cooperação extremenha deu «um salto qualitativo» através de suas intervenções que em torno do 51% por cento irão destinadas a países africanos.

«Não é fácil trabalhamos/trabalhámos em África», tem evidenciado, e salientou a aposta de «transferir nossa solidariedade ao continente africano», um facto/feito que foi constatado hoje no Conselho Assessor da {Aexcid}», disse.

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