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A Junta abriu 50 investigações sobre/em relação a o registo horário durante o ano passado

 

17/01/2020

O Executivo regional abriu 50 investigações por denúncias sobre/em relação a o registo horário dos trabalhadores em 2019, que ainda não se tem decidido, e fará 500 atuações neste sentido em 2020. Assim o anunciou a diretora-geral de Estreitamente, Sandra Pacheco, antes da reunião da Comissão, que presidiu a conselheira Esther Gutiérrez. A comissão abordou quatro blocos: prevenção de riscos laborais e relações laborais, que são competência autonómica; e Segurança Social e economia irregular, que lhe corresponde ao Estado. Sobre/em relação a o registo horário, Pacheco esclareceu que é uma legislação inovadora que pôs-se em marcha no passado ano e que é cedo para analisar dado que sua aplicação se deixou no âmbito da negociação coletiva. Neste sentido, recordou que no campo está pendente de concretizar-se como se levar a cabo. Relativamente às 50 atuações abertas, recordou que os inspetores tem nove meses para resolver os processos e que, se são complicados, se pode aumentar o prazo.