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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 20 de septembro de 2019

{Homeria}, uma ‘{spin}-off’ de prémio

Uma empresa tecnológica extremenha acaba de ser reconhecida pela Sociedade Cientista de Informática de Espanha H &{lt};b&{gt};Nasceu &{lt};/b&{gt};&{lt};b&{gt};na UEx&{lt};/b&{gt}; em 2008, conta já com 30 empregados (quase o 100% da região) e desenvolve vários projetos de êxito, o estrela: a plataforma de {Burger} {King} a domicílio em todo o país H «Aqui há empresas pioneiras em {TIC}, mas necessitamos {creérnoslo}»

G. MORAL
22/07/2019

 

¿Sabia que cada vez que utiliza a aplicação de {Burger} {King} está usando tecnologia extremenha? ¿E que cada vez que desde qualquer ponto de Espanha chama ao telefone para pedir que lhe levem a casa algum de seus menus o telefone soa no campus universitário de Cáceres? Pois é só/sozinho um exemplo do trabalho que desenvolve uma empresa tecnológica extremenha que acaba de receber/acolher um potente reconhecimento.

Trata-se de {Homeria} {Open} {Solutions}, uma pme promovida por professores e estudantes do grupo de investigação {Quercus} da UEx (o que se denomina {spin}-off) que leva mais duma década trabalhando duro num sector pouco/bocado estendido ainda na Extremadura.

Instalada em ao Parque Científico/cientista e Tecnológico de Cáceres, começou com três pessoas e já está formada por uma trintena de engenheiros (a grande maioria extremenhos e intitulados pela UEx) e foi galardoada com o Prémio Ramón Llull de Investigación de la Sociedad {Científica} {Informática} de España y la {Fundación} BBVA, um dos mais prestigiosos do sector, que se entregará o próximo Outubro.

«É uma alegria, um revulsivo que, por um lado, nos dá mais responsabilidade de seguir/continuar adiante, mas por outro também significa que desde Extremadura podemos fazer muitas coisas. ¿Porque é que desde aqui não se pode desenvolver uma plataforma de comércio eletrónico para toda Espanha ou para qualquer parte do mundo? Pois sim se pode. Os reconhecimentos nunca sobram, ajudam a criar plantel/elenco, marca e a posicionar a Cáceres e a Extremadura no mapa como um referência tecnológica e também a autoconvencer-nos de que é possível», assinala Juan Carlos Prezado, um dos fundadores de {Homeria} e professor da UEx, com quem mantêm uma estreita relação.

A aposta em a I+D+i

¿Porque é que receberam este prémio? «Por sua atividade no âmbito da engenharia web e a aprendizagem automático, sua decidida aposta em a I+D+i e pelo impacto nacional e internacional de seus resultados», destaca o júri. Isto o conseguiram em parte com suas três linhas de negócio principais. A de maior repercussão, por enquanto, é o desenvolvimento de sistemas de comércio eletrónico e entre os trabalhos mais conhecidos está a plataforma de comércio de {Burger} {King} a {domilicio} para tudo o território nacional. Os pedidos através do telemóvel, o computador ou por telefones converteram a esta plataforma na segunda em volume de transações neste segmento.

Sua segunda linha é o desenvolvimento de sistemas para a gestão inteligente das redes de água potável nos ambientes urbanos, que já têm posto em prática em Maiorca e em Burgos com Acciona. «O que fazemos é predizer consumos em função da procura e também antecipar-nos a roubos ou situações de fraude. Além disso, mediante as técnicas de análises clínicas {predictiva} e aprendizagem automática podemos saber se a água está nos parâmetros corretos de {potabilización}, ou mesmo se está envenenada, de forma remota e em tempo real», explica Prezado.

A última linha de trabalho em marcha está centrada na identificação dos direitos de autor para liquidar realmente pelo que se usa. Um exemplo: «Quando numa emissora de rádio soa uma canção, a Sociedad Geral de Autores ({SGA}) a repercute como se tivesse soado inteira e em primeiro plano e temos desenvolvido um sistema automático que é capaz de ouvir todas as emissoras e deduzir que canções têm soado em primeiro, segundo ou terceiro plano e além disso poder/conseguir repartir os direitos de autor em função do tempo que realmente tem soado, de forma efetiva e automática. Esta auditoria de forma manual seria impensável, mas com técnicas de inteligência artificial é possível».

Mas para além de por seus projetos, {Homeria} também destaca por sua filosofia. Um dos seus valores é tratar-se duma empresa 100% extremenha. «É uma das nossas principais apostas; nos gosta cuidar aos profissionais que temos dentro, reter-los e sustentar esse valor através da geração de emprego de qualidade, ao mesmo tempo que trabalhamos/trabalhámos para ser atrativos no mercado», aponta Carmen Cabeza, a responsável financeira e de recursos humanos. «As empresas as fazem as pessoas, as equipas, a sua vontade e sua atitude», sublinha.

«Não foi fácil»

Mas chegar até aqui não foi fácil. «Os primeiros anos foram complicados», reconhece Prezado. ¿É mais difícil para uma empresa tecnológica na Extremadura? «Não temos de esquecer que somos uma das regiões com menos empregados no sector {TIC} juntamente com A Rioja, Ceuta e Melilla». Apesar de isso, «aqui há empresas tecnológicas que são referentes mas necessitamos {creérnoslo} e, além disso, superar as barreiras de desconexão que temos com os ambientes industriais e populacionais. Também necessitamos dispor de capital humano, ter mais {egresados} porque às vezes nos subida encontrar talento como lhe acontece a todas as empresas {TIC}, e necessitamos uma maior presença de mulheres para evitar a brecha de género que se está a gerar neste sector». Um sector, o {TIC}, pelo que passa irremediavelmente o futuro e no qual «Extremadura tem muito que dar». {Homeria} é um dos melhores exemplos.

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