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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 3 de abril de 2020

{Gil} {Rosiña} insta a reativar a «voz crítica» do Conselho da Juventude

O primeiro repto/objetivo será traçar uma comunicação aberta com o coletivo

REDACCIÓN MÉRIDA
08/03/2020

 

A conselheira de Igualdade e porta-voz da Junta, Isabel Gil Rosiña, destacou ontem a unidade da candidatura apresentada na VI Assembleia do Consejo de la Juventud de Extremadura ({CJEX}), à que estende a mão para trabalhar de maneira combina com o objetivo «de reativar a voz crítica que este organismo não deve perder». O Conselho da Juventude escolheu ontem a sua nova Executiva para os próximos quatro anos e no entender de Gil Rosiña, o primeiro repto/objetivo em «esta tarefa partilhada», desde/a partir de o Instituto/liceu da Juventude da Extremadura, é traçar e articular uma comunicação aberta e direta com os jovens da região.

A porta-voz explicou que as formas de participação e de conexão dos jovens de agora mudaram, dado que já não o fazem «desde/a partir de a tradicional forma de participar», que é por meio de uma organização juvenil institucionalmente constituída. Neste quadro, recordou que a primeira lei que aprovou a Asamblea de Extremadura, quando iniciou o caminho da autonomia, foi a Lei do Consejo de la Juventud de Extremadura em 1985.

«Uma norma que não foi fruto da casualidade, dado que tinha toda uma geração de jovens que ansiava poder/conseguir participar da tomada de decisões», disse. Além disso, a conselheira de Igualdade assegurou que som as mulheres jovens as que estão liderando o movimento feminista, que «estão pegando a testemunha das associações de mulheres da Extremadura que nasceram com fervor nos anos 80». Por último, avançou que o Governo regional celebrará nos próximos meses o I Fórum de Política Institucional de Juventude e destacou que seu empenho passa por unir e reunir, uma vez a cada ano, a todos os vereadores responsáveis das áreas de juventude das câmaras municipais.

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