Menú

El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 27 de abril de 2018

O futuro da mina de {Aguablanca} segue/continua pendente do preço do {níquel}

A zona conta com um plano alternativo para a regeneração económica. Somente ficam sete trabalhadores que agora pactuam seu novo convénio

RAFA MOLINA
14/01/2018

 

Longe ficaram os tempos nos que as centrais sindicais pactuavam o convénio coletivo dos mais de 300 trabalhadores da mina de {níquel} de {Aguablanca}. Após o despedimento dos últimos 16 trabalhadores, atualmente somente ficam 7 empregados nas instalações mineiras, encarregados de realizar tarefas de manutenção, numas instalações totalmente paralisadas e improdutivas, desde que {Lunding} {Mining} decidisse fechar permanentemente a mina, em Junho de 2016.

Até ao dia de hoje, explica Estrella Sánchez Amador, secretária de política sindical e negociação coletiva de UGT Extremadura, Valoriza Minaria, (atual concessionária da mina), «manteve com os trabalhadores atuais o convénio anterior em todos os seus termos». Agora se trabalha na «atualização de salários e outros conceitos/pontos», derivados pela falta de atividade, como «a jornada ininterrupta de amanhã».

Otimista // Segundo Estrella Sánchez, o representante da empresa mostrou-se «recetivo» a estas petições/pedidos, que somadas à «proposta empresarial», de alargar o convénio até ao 2020, advertem certas expectativas de futuro. «Algo quererá dizer tudo isto», manifesta a responsável de política sindical de UGT, «já seja porque a empresa tem prevista a reabertura da exploração, ou porque trabalharão na regeneração ambiental da zona», caso de um fecho definitivo. Em qualquer dos dois casos, fará falta mão de obra.

Trabalhadores, centrais sindicais e instituições seguem/continuam esperançosos em que a exploração possa reiniciar sua atividade. Entretanto, a Junta de Extremadura, a Diputación de Badajoz e a Câmara Municipal de Monesterio trabalham já num plano alternativo para a regeneração económica e do emprego nesta zona, dotado com quase 10 milhões de euros, algumas de cujas ações puseram-se em marcha, com o objetivo de paliar, na medida do possível, o impacto negativo do fecho da exploração.

Enquanto, Rio {Narcea}, anterior proprietária da mina, recebeu Declaração de Impacto Ambiental favorável para o projeto de exploração por interior da jazida, embora com alguns condicionantes e exigências a cumprir antes de retomar a atividade. Este facto/feito deixa vislumbrar a tantas vezes reclamada viabilidade do projeto mineiro de Monesterio, até que se esgotem os recursos existentes.

Atualmente, Valoriza Minaria estaria trabalhando para poder/conseguir reabrir a exploração, «uma vez todas as autorizações legais sejam aprovadas pelas administrações competentes e se alcance um preço de cotização dos metais que permita uma exploração economicamente viável». É importante acentuar que Valoriza Minaria para além de ter adquirido a {Lungin} {Mining} a mina de {níquel} e receba de Monesterio, se fez com mais duma vintena de autorizações de investigação na zona denominada {Ossa}-{Morena} e na {Faja} {Pirítica}, que inclui o avançado projeto mineiro para a extração de receba nas imediações da localidade de Alconchel, também na província de Badajoz.

As notícias mais...