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Extremadura perdeu o ano passado mais de 300 comércios tradicionais

A cifra aumenta de maneira progressiva nos últimos exercícios

 

REDACCIÓN BADAJOZ
16/02/2020

Extremadura perdeu mais de 300 comércios tradicionais durante o ano passado, segundo dados da Confederação Extremenha de Comércio ({Confeco}), uma cifra que se incrementa de maneira progressiva durante os últimos exercícios devido à crise que atravessa o sector. O presidente de {Confeco}, Enrique Barrasa, explica a Efe que desde/a partir de a crise económica o comércio tradicional extremenho mantém uma tendência em baixa devido à queda/redução do consumo, agravada pelas vendas online. Esta situação tem provocado que nos últimos quatro anos se tenham perdido quase 1.000 comércios na Extremadura, deles mais de 300 o passado exercício.

Uma situação da que não é alheia o resto de Espanha, que perdeu quase 3.000 comércios em 2016, uns 7.000 um ano depois, 10.000 em 2018 e 12.000 em 2019, segundo os dados da entidade. O presidente de {Confeco} está pessimista em relação ao futuro do sector, pois «a situação económica não melhoria e o consumo parece estancado», ao que se une a competência de Internet e das grandes superfícies. A isso se acrescentam também, segundo aponta, decisões que complicam que os negócios prosperem, como por exemplo a subida do Salário Mínimo Interprofissional ({SMI}), pois não permite obter rentabilidade nem acometer contratações.

Os dados de vendas das primeiras semanas de 2020 corroboram além disso a «difícil» situação que atravessa o sector regional.Barrasa não descarta que em muitos municípios extremenhos se chegue mesmo a problemas de abastecimento diante da vaga de fechos de pequenas lojas já produzidos ou previstos. Nos centros das cidades, como acontece no resto de urbes espanholas, a situação não é melhor, pois «só/sozinho temos de ver a quantidade/quantia de locais vazios nas ruas dos centros históricos». Barrasa adverte que «já se começa ouvir que algumas grandes superfícies poderiam deixar a comunidade» diante da progressiva perda de população na Extremadura e a descida do consumo.