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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 28 de fevereiro de 2020

Extremadura mudará as extraescolaridades por falta de alunos

Segundo Educação, se adaptarão aos novos tempos e «não estão em perigo». A baixa natalidade e a competência doutras entidades têm reduzido o número de alunos

REDACCIÓN region@extremadura.elperiodico.com MÉRIDA
14/02/2020

 

A Conselheria de Educação reverá o modelo de atividades formativas complementares, «que não está em perigo», para adaptá-lo aos novos tempos e necessidades. Trata-se de uma medida que se abordará ao longo da legislatura e que se põe em marcha perante a descida generalizado de alunos participantes nestas atividades e a competência de propostas educativas doutras entidades. O explicou ontem o secretário-geral de Educação, Rafael Rodríguez de la Cruz, na Comissão de Educação da Assembleia, onde compareceu para responder a perguntas do PP.

«A aposta da Junta pelas atividades formativas complementares continua firme e permanente», disse da Cruz, que defendeu a conveniência de rever um modelo que tem vindo funcionando «muito bem» desde que se implantou no ano 2000 mas que agora «temos de adaptar aos novos tempos e necessidades».

A deputada do PP Pilar Pérez pediu à Junta uma valorização deste programa que, segundo apontou, passou de ter 21.000 alunos no curso 2013/14 a 18.000 o passado, e de 2.000 monitores em seus inícios, faz 20 anos, a 600 na atualidade. Em relação, da Cruz explicou que com o passo dos anos se tem reduzido o número de meninos que vão a estas atividades «por multiplos fatores», entre eles a redução da natalidade ou as propostas educativas que realizam câmaras municipais e as empresas privadas, informa Efe.

Não obstante, precisou que o ano passado se registou um «ligeiro aumento» no número de usuários e que todos os centros educativos que este curso pediram as atividades receberam a resposta favorável da conselheria, de modo que «se lhes tem dotado dos monitores pertinentes». Mas à margem de isso, assinalou que ao longo desta legislatura se reverá este modelo com a participação dos diferentes agentes implicados, entre eles conselhos escolares, câmaras municipais, Ampas e os monitores. Com estes últimos a conselheira do ramo, Esther Gutiérrez, reunir-se-á nos próximos dias e segundo da Cruz, «podem estar tranquilos».

No entanto, a deputada do PP lhe transferiu a «preocupação» que existe entre o coletivo pelo seu futuro laboral. Além disso, pediu à Junta um incremento de sua jornada e de seu salário para assim avançar até um trabalho «digno» e estável que não lhes obrigue ao pluriemprego ao receber um ordenado de 400 euros mensais. Também, Pérez apresentou que se aproveite a descida de alunos para modificar as ratios.

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