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El Periódico Extremadura | Domingo, 17 de novembro de 2019

Extremadura fará maiores/ancianidade controlos a trabalhadores afetados por {silicosis}

Para previr novos casos, os historiais clínicos se conservarão durante quarenta anos. A Junta aplicará um novo catálogo de medidas centrado em Quintana de la Serena

REDACCIÓN
08/11/2019

 

Extremadura realizará um controlo mais exaustivo dos afetados por {silicosis} após a nova diretiva europeia relativa à proteção dos trabalhadores contra os riscos relacionados com a exposição a agentes {carcinógenos}, que tem incluído aos trabalhos que suponham exposição ao pó respiratório de sílica cristalina. Assim pôs-se de manifesto ontem numa jornada técnica dedicada a estudar a relação entre o pó de sílica cristalina respiratória, presente no sector extraativo, e o cancro de pulmão, uma jornada organizada por parte do Instituto/liceu Nacional de {Silicosis}.

No fórum participou diretor-geral de Indústria, Energia e Minas da Junta de Extremadura, {Samuel} Ruiz, quem se tem referido a um novo catálogo de medidas que vai a implantar o Executivo regional para informar às indústrias sobre/em relação a os possíveis riscos que implica a inalação do pó silícico para a saúde.Umas medidas que se concentram especialmente no trabalho com a população de Badajoz de Quintana de la Serena, pois sofre de maneira mais acusada esta doença devido à proximidade da mina de granito, informa Efe.

Com o fim de previr e mitigar esta afeção, o diretor do Instituto/liceu Nacional de {Silicosis}, Luis Díaz, tem adiantado que se conservarão durante um período de 40 anos os processos médicos dos afetados. Além disso, se outorgará maior proteção ao coletivo de mineiros e se realizarão análise «mais rigorosos» da exposição ao pó de sílica.

HABITAÇÃO / Por outro lado, nessas mesmas jornadas celebradas em Don Benito também se falou da habitação e participou a conselheira do ramo, {Leire} {Iglesas}. Na sua intervenção, destacou que a Junta terá entre suas prioridades a reabilitação por seu «rentabilidade laboral, económica e sustentável».

«Investir em reabilitação é rentável em todos os sentidos», assegurou Igrejas, já que «cada euro investido gera um 85% mais de atividade económica adicional». Assim, por cada 100 euros em subsídios de administrações públicas se recuperam 111 via tributos ou via geração de riqueza, ao passo que se incrementa a eficiência um 30%.

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