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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 19 de septembro de 2018

Extremadura {fala} português

Três de cada quatro estudantes de língua portuguesa em Espanha a estudam na região, que potencia ainda mais esse vínculo na educação com a assinatura de um memorando entre ambas partes

P. C.
16/05/2018

 

Os vínculos se {cimentan} desde a escola. E se {vives} numa zona limítrofe com outro país, com mais razão. É o que devem pensar Extremadura e Portugal, a julgar pelos dados em relação ao idioma luso que se aprende na região. É que a comunidade extremenha é, com diferença, a que maior taxa de estudos da língua portuguesa tem em todo o Estado. Três de cada quatro estudantes de português em Espanha são extremenhos, um idioma que estudam 19.000 alunos na região e que já dão 150 docentes. E para potenciar ainda mais essa relação, a Junta e Portugal acabam de selar o ‘Memorando 2.0 para a promoção da língua e cultura portuguesa e espanhola no âmbito educativo’; assinado ontem pelo presidente extremenho, Guillermo Fernández Vara; o embaixador de Portugal em Espanha, Francisco Ribeiro; e a conselheira extremenha de Educação, Esther Gutiérrez.

O facto/feito de que 85 centros educativos oferecem o português como segunda e terceira língua, e que Extremadura é a única comunidade autónoma que conta com secções bilingues de português neles, demonstra essa vinculação com o país vizinho/morador.

O primeiro memorando assinou-se em 2009, e agora se reforça esse acordo/compromisso, para «consolidar o português, dar cobertura à procura e desenvolver as iniciativas transfronteiriças», indicou ontem a titular extremenha de Educação.

Gutiérrez avançou além disso projetos como a promoção dos programas europeus Erasmus+, especialmente em relação à mobilidade internacional de os alunos e docentes, e associações estratégicas de cooperação para a inovação e o intercâmbio de boas práticas. Atualmente, assinalou, mais de 20% dos centros educativos extremenhos trabalham com instituições portuguesas nestes programas.

Por seu lado, Ribeiro destacou que Extremadura «é a comunidade autónoma pioneira neste tipo de acordos», e vê na firma/assinatura/assina do mesmo «uma aposta estratégica» para ambas partes; pelo que disse estar «muito contente/satisfeito», porque além disso se põe em valor a língua portuguesa, que falam 200 milhões de pessoas em todo o mundo.

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