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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 20 de septembro de 2019

Extremadura, à cabeça em despesa social: 2.896 euros por habitante

Volta a subir, embora sem chegar ao nível de 2016 após afundar-se em 2013, no pior da crise. A região destina o 64% de seu orçamento a saúde, educação e serviços sociais

R. CANTERO
11/09/2019

 

Extremadura se situa à cabeça em investimento por habitante destinada a políticas sociais. A região é a primeira das incluídas no regime comum (regiões como Navarra e País Basco contam com regime foral próprio) que mais proporção de seu orçamento autonómico destina a Saúde, Educação e Serviços sociais, concretamente um 16,4% acima da média/meia Espanhola. Segundo os dados do orçamento definitivo de 2018, esse ano se destinaram na região 2.896 euros por habitante a políticas sociais, o que supõe 54,7 euros mais que faz uma década, quando puseram-se em marcha a bateria de cortes pela crise, embora as descidas mais acusados se produziram nos anos 2012 e 2013, os piores anos também na região.

A diferenças entre o orçamento de 2018 e o de 2013, quando se tocou fundo, é de 489 milhões na região, segundo os dados do relatório/informe publicado pela Associação de Diretoras e Gerentes de Serviços Sociais, que integra a trabalhadores e diretivos de centros de toda Espanha.

Extremadura se situa à cabeça nas três matérias, o que em definitiva supõe que é uma das regiões que mais tem protegido suas políticas sociais na última década. E isso que quanto à proporção do orçamento autonómico que se destina a despesa social há até 19,3 pontos de diferença entre umas regiões e outras. Extremadura é a quarta região após Asturias, Castela e Leão e Múrcia, ao destinar a despesa social o 64,2% de seu orçamento anual, o que são mais de 15 pontos de diferença em relação à região que está à cauda em volume absoluto: Navarra (49%).

não subida o mesmo/ A região também lidera a despesa social por habitante. Com o orçamento de 2018 fechado, a região destinou às medidas sociais 2.896 euros por extremenho, o que a situa só/sozinho por detrás de País Basco (3.242) e Navarra (3.151), embora estas duas comunidades contam com um regime foral próprio. Detalhando essa quantidade/quantia pelas diferentes áreas que se têm em conta no estudo, o maior dentada corresponde na região à Saúde (1.495 euros por habitantes no orçamento de 2018), seguida/continuada pelas medidas de Educação (970 euros) e de Serviços Sociais (431 euros).

Também é certo que não em todas as regiões subida o mesmo emprestar os mesmos serviços e é um aponte que se faz no relatório/informe no qual se tem em conta que o gato por habitante é um dado «excessivamente grosso». No caso da Extremadura, por exemplo, a dispersão da população ou o extenso de território são algumas das questões que elevam em alta o custo da prestação dos serviços.

Extremadura se situa além disso entre as nove comunidades que têm recuperado em termos absolutos o nível prévio aos cortes provocados pela crise, embora no caso da região o incremento é o mais baixo das que estão à cabeça, com o 0,1% (3,3 milhões) e ainda que cresce em relação ao ano anterior, não alcança o teto de 2016. No lado contrário, regiões como Castela-A Mancha ou Catalunha mantêm na última década os maiores/ancianidade cortes nestas matérias em termos percentuais: 15,46% e 19,91% respetivamente.

Neste sentido, a porta-voz do grupo parlamentar socialista, Lara Garlito, se felicitou ontem durante seu comparências após a junta de porta-vozes de que «a gestão de Vara fez que hoje (por ontem) na Extremadura se tenha recuperado o nível de despesa social dos anos anteriores à crise».

Em todo o caso, o relatório/informe alerta de que «a estagnação político e a ausência de orçamentos põem a sério perigo o {sostenimiento} dos serviços públicos».

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