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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 23 de novembro de 2017

Exigem acabar com a «precariedade» no sector da segurança privada

Criticam o problema das empresas ‘{low} {cost}’ e dos empregados «piratas»

REDACCIÓN
08/09/2017

 

O sindicato USO pediu ontem em Badajoz a negociação coletiva e contratações públicas com cláusulas sociais, entre outras questões, para acabar com a «precariedade» do sector da segurança privada, que conta com mais de 1.700 empregados na comunidade.

O secretário-geral da Federação de Trabalhadores da Segurança Privada de USO Extremadura, José Luis Méndez, explicou aos meios durante uma concentração que a principal problemática vem dada pela chegada de empresas «{low} {cost}» ou «piratas» ao sector. A perda de salário de diferentes empregados pela chegada destas empresas às administrações chega a mais de 30 por cento na comunidade, tem significado Méndez.

Na concentração se tem solicitado uma contratação pública, por parte de todas as administrações, «socialmente responsável e respeitosa com os direitos dos trabalhadores». «Os atuais critérios de adjudicação convertem os concursos públicos em leilões, onde o preço mais baixo permite a chegada de empresários oportunistas e sem escrúpulos», alega o sindicato.

Méndez tem augurado um «outono quente» de mobilizações se não se resolve esta questão, onde também se pede um acordo/compromisso das patronais. Os trabalhadores de segurança privada mostraram seu «fartura» perante umas empresas «empenhadas em cortes salariais e perdas de direitos sociais».

Méndez recordou que os mais de 70.000 trabalhadores do sector no país têm «contribuído» à recuperação da crise em Espanha, com salários «congelados», e portanto é «o momento de exigir compromissos». Estas concentrações num grande número de comunidades autónomas «poderiam chegar a uma greve» se as administrações não resolvem esta situação.

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