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Estreitamente recebe 248 denúncias por assédio no trabalho nos últimos cinco anos

Maioritariamente se dá quando um chefe ou superior fustiga a um subordinado. Um coletivo põe a manifesto a dificuldade para demonstrar estes casos nos tribunais

 

Um superior dando ordens a um empregado numa escritório, numa imagem de arquivo. - EL PERIÓDICO

REDACCIÓN
23/02/2020

A Inspeção de Estreitamente e Segurança Social recebeu 248 denúncias por assédio no trabalho na Extremadura nos últimos cinco anos e a cifra é só/sozinho «a ponta do {iceberg}»: o desconhecimento deste fenómeno «devastador» unido aos obstáculos laborais, a temporalidade dos contratos e o medo a perder o emprego desenham um contexto difícil para aqueles que são {ninguneados} e fustigados em o seu posto de trabalho. Assim o explica Luzia Vargas, presidenta da Associação {Palentina} de Ajudas a Vítimas de Acosso ({Pavia}). «Um dos objetivos é que a vítima acabe abandonando o posto de trabalho com uma mão diante e outra detrás», explica.

Em {declarciones} a Efe, Vargas destacou também a dificuldade para demonstrar nos tribunais um mobbing alimentado por condutas que vão desde/a partir de a infravalorização das capacidades do empregado até seu transbordamento pela atribuição de tarefas irrealizáveis, passando por agressões como a ocultação de informação, a difamação ou o trato vexatório.

A associação atende a uma média/meia de 70 pessoas a cada ano, mas a maioria dos casos não terminam nem na Inspeção de Estreitamente nem têm um percurso/percorrido judicial porque «sem provas suficientes, os resultados são nefastos», indica Vargas. Quase todos chegam ao coletivo derivados pelos médicos de Atenção Primária e as equipas de saúde mental, coletivos que «são fundamentais para previr o suicídio ao afastar ao trabalhador do foco tóxico». As vítimas estendem a deitar-se a culpa por seu fracasso, embora este seja induzido.

{DESESTABILIZACIÓN} / À medida que este tipo de acosso evolui, acaba por desenhar uma {desestabilización} pessoal que passa por stress, {presentismo}, ansiedade, sentimentos de fracasso, impotência, frustração, {anhedonia} ou incapacidade para experimentar prazer, desmotivação, depressão, apatia, bem como diversas manifestações psicossomáticas. «O moa é tão grande que vêm com a autoestima de rastos», afirma a presidenta de {Pavia}.

A maioria dos casos se enquadram na tipologia de acosso vertical descendente, isto é, o que exerce o chefe ou superior. No acosso sempre há uma desproporção de poder/conseguir, e o agressor costuma ser uma pessoa narcisista e prepotente que projeta sua insegurança sobre/em relação a uma vítima que, em palavras de Vargas, «costuma estar muito preparada e pode fazer-lhe sombra».

Os companheiros/colegas de estreitamente são a miúdo testemunhas mudos desse acosso: ficam sem palavras perante um {hostigamiento} que tortura lentamente a sua vítima até esgotar-la. «Lamentavelmente, contribuem ao problema ao olhar para outro lado», indica Vargas que, além disso, mostrou-se crítica com umas administrações «cheias de tomadas», com chefias intermédias que nem sequer estão qualificados para seus postos. Não é em vão, neste âmbito Educação e Saúde concentram uma boa parte das denúncias, embora a diferença com as empresas privadas é que existe a possibilidade de transferência a outros departamentos.

Se estima que mais de dois milhões de trabalhadores, em torno do 9% da população ativa, sofrem em Espanha um continuado e deliberado maltrato psicológico no âmbito de seu estreitamente. Não obstante, os supostos nos que se alcança uma resolução judicial condenatória são muito escassos. Segundo as estatísticas do Ministério de Trabalho e Economia Social, se receberam 13.801 denúncias por assédio no trabalho no último lustro e delas, 248 correspondem a Extremadura. A maior/velho parte se deram em Catalunha (3.128), Canárias (1.617) e Comunidade Valenciana (1.477).