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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 25 de junho de 2018

Empréstimos face à seca


11/01/2018

 

Para além do decreto sobre/em relação a teletrabalho, o Executivo extremenho também aprovou ontem outro decreto para financiar empréstimos subscritos pelos titulares de explorações agrárias, pecuárias e apícolas com a intenção de paliar os custos económicos que a estes profissionais lhes tem ocasionado a seca, facilitando-lhes assim recursos para poder/conseguir fazer frente a esta situação.

Segundo explicou a porta-voz da Junta, Isabel Gil Rosiña, os empréstimos subscritos por pecuários, agricultores e apicultores deverão oscilar entre os 3.000 e 40.000 euros por exploração, com um prazo de amortização de 36 meses e com um interesse/juro fixo do 1,5%. A Junta de Extremadura destina a estas ajudas um orçamento de quatro milhões de euros, procedentes de fundos próprios da comunidade autónoma, para os próximos três anos.

Esta medida, segundo a porta-voz, completa outras ações já adotadas pelo Governo regional diante da difícil situação provocada pela seca no sector agrário. Sobre/em relação a este tema, Gil Rosiña voltou a criticar ao Governo de Espanha que, segundo disse, «se tem desentendido completamente dos problemas do campo extremenho».

À margem de estes dois decretos, o Conselho de Governo também outorgou, na sua primeira reunião de 2018, uma autorização à fundação Academia Europeia de Yuste para conceder subsídios de acordo com o objeto e fins fundadores recolhidos seus estatutos. A autorização se concede ao abrigo da Lei de Subsídios da Extremadura e a reforma aplicada em 2016 com a aprovação da Lei de Medidas Tributárias, que estabelece que estes entes unicamente poderão conceder subsídios quando, estando tesoureiros/habilitados ao efeito por seus estatutos, se lhes autorize de forma expressa mediante acordo do Conselho de Governo.

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