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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 14 de novembro de 2018

Empresários exigem a Fomento «urgência» na alta velocidade

Urgem que o TGV da Extremadura comece a funcionar no 2020

EFE MÉRIDA
12/06/2018

 

O {Lobby} de Empresários e Profissionais Extremenhos ({Loabre}) insta ao Ministério de Fomento que, com «a máxima urgência», impulsione as medidas necessárias para que a linha ferroviária de Alta Velocidade (TGV) da Extremadura entre em funcionamento em 2020. Previamente a esta data, {Loabre} exige melhorias nas infraestruturas e serviços do comboio convencional, especialmente nos troços entre Plasencia/Talavera e Madrid, bem como nos trajetos a {Puertollano}, {Sevilla} e Huelva. Também pede a posta em marcha de todas as ações que permitam começar as obras da linha de Alta Velocidade entre Plasencia e Madrid, no máximo em 2019.

Estas exigências, bem como outras, foram remetidas e registadas por este coletivo empresarial na sede ministerial, segundo informaram ontem os empresários numa nota de imprensa. Esta entidade considera necessária em 2019-2020 a posta em marcha de comboios regionais que permitam serviços frequentadores nos eixos Plasencia-Zafra e Villanueva da Serena-Badajoz criando «uma necessária rede interior de mobilidade». Entre 2018 e 2022, deveriam realizar-se atuações na infraestrutura ferroviária de Mérida a {Puertollano} até à completa eletrificação e modernização, segundo acrescenta a nota.

A entrada em funcionamento do Comboio de Altas Prestações diesel que permita fazer o trajeto Badajoz-Madrid em menos de 3 horas 45 minutos teria que estar operacional em 2019.

Em concessão internacional, {Loabre} exige a finalização das infraestruturas completas de alta velocidade entre Plasencia e Badajoz e do trajeto Évora-Caia, que permita o início do serviço completo Lisboa-Madrid em 5 horas.

No 2021 propõem a finalização das novas conexões ferroviárias com {Sines} e entrada em funcionamento da linha de mercadorias {Sines}-Madrid.

O representante de {Loabre} Tomás Sánchez salienta no escrito/documento que Extremadura é a região de Espanha «pior comunicada por caminho de ferro», circunstância que «vem padecendo desde décadas e que é previsível que continue se não se atua com determinação».

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