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El Periódico Extremadura | Domingo, 21 de outubro de 2018

Educação permitirá durante dois cursos dar classes bilingues só/sozinho com o {B2}

Precisa que será de forma extraordinária e terão preferência os que tenham experiência ou o {AICLE}. A conselheria assinala que o professorado habilitado/tesoureiro é «insuficiente» para garantir a cobertura de praças/vagas

G. MORAL
13/02/2018

 

O anunciou em mesa sectorial o passado Dezembro, mas já está pronto/inteligente/esperto o decreto que modifica transitoriamente os requisitos necessários para dar classes nos programas bilingues dos centros educativos da Extremadura.

A Conselheria de Educação publicou no Portal de Transparência da Junta o regulamento que substituirá à atual e que permitirá dar docência nas secções bilingues sem contar com a habilitação. Isto supõe que só/sozinho será necessária a acreditação, que se consegue com um nível mínimo de {B2} numa língua estrangeira, e não será indispensável a habilitação que se obtém por duas vias: através de uma formação milimetricamente em bilinguismo (os cursos denominados {AICLE}) ou pela via da experiência docência durante pelo menos um curso em centros ou secções bilingues.

Esta modificação trata-se de uma medida excecional e transitória, «sem prejuízo de a qualidade educativa», que tem data de caducidade. Segundo o decreto publicado no Portal de Transparência se manterá até à finalização do curso 2019-2020, isto é, dois cursos escolares.

Desde a conselheria insistem que a exigência de estar acreditado e habilitado/tesoureiro para poder/conseguir dar docência nas secções bilingues «segue/continua vigente, não se tem eliminado nunca» e que esta modificação parcial do decreto atual é transitória. «Só/sozinho no caso de que para uma determinada área ou matéria não se encontre professorado que cumpram essas dois condições (acreditação e habilitação), de maneira extraordinária, poderá fazer-se a provisão das praças/vagas com professorado que acredite o {B2} embora não tenha formação milimetricamente em bilinguismo ou não a tenha podido acreditar ainda numa convocatória». Mas acrescenta, seguirão/continuarão tendo preferência aqueles docentes acreditados e tesoureiros/habilitados, como assinala também o rascunho/esboço/minuta do decreto.

Não obstante, a conselheria precisa que «o professorado interessado vai seguir tendo que formar-se, porque em 2019 (curso 2019-2020 segundo o rascunho/esboço/minuta do decreto) se termina este período transitório e, a partir de nessa altura, já não se contempla a {excepcionalidad} de poder/conseguir cobrir vagas com professorado que só/sozinho disponha do {B2}, sem formação», destacam desde a administração educativa. «É uma situação de transitoriedade excecional».

O motivo que explica esta medida extraordinária é que após dois convocatórias de habilitação, o professorado participante nas mesmas (algo mais de 1.900 pessoas ao todo) «resulta insuficiente para garantir a cobertura das praças/vagas com desempenho bilingue que requerem os numerosos centros que desenvolvem programas de ensino bilingue na Extremadura», destaca a norma em fase de exposição pública.

Na Extremadura atualmente há 294 secções bilingues e em cada uma delas, em média, há umas dois docentes bilingues. Além disso há oito centralismos bilingues.

A modificação do decreto atual ainda tem que passar vários trâmites administrativos antes de ser aprovado pelo Conselho de Governo e entrar posteriormente em vigor.

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