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El Periódico Extremadura | Domingo, 17 de novembro de 2019

Conhecimento e atitude, chaves para modificar e transformar a sociedade

O encontro põe epílogo à feira do empreendimento e o emprego da UEx. Así o indica Vara, que aposta em adaptar a oferta ao mercado laboral

REDACCIÓN / AGENCIAS
08/11/2019

 

El Congreso {UNImpulso}, celebrado ontem em Cáceres, pôs o ponto final às atividades programadas ao longo/comprido desta semana na quarta edição da Feria do Emprego e Empreendimento da Universidad de Extremadura. A cita/marcação/encontro tem servido para que alunos, formadores e empresários intercambiassem experiências sobre/em relação a a necessidade de adaptar a oferta universitária à procura do mercado laboral.

A cita/marcação/encontro contou com 487 pessoas inscritas, das quais, 289 foram estudantes e {egresados} universitários. Segundo o reitor da UEx, Antonio Hidalgo, a feira «é reflexo do firme/assine acordo/compromisso da nossa universidade como motor de crescimento, de geração de riqueza e de emprego na região».

El objetivo principal do desenvolvimento deste congresso é forjar as bases que assegurem um futuro profissional de qualidade aos estudantes, regulados, formadores e empresários que velam pelo desenvolvimento e a estabilidade laboral da Extremadura, mediante a oferta de um completo programa de interessantes e inovadoras palestras e oficinas desenhados para fomentar a empregabilidad na região.

Neste sentido, Antonio Hidalgo reiterou que o objetivo foi «conetar num mesmo impulso às empresas extremenhas, entidades, instituições públicas e privadas, com o talento, a criatividade e as atitudes e capacidades empreendedoras dos nossos universitários. Um {nexo} de união entre competências e realidade sociolaboral, que a universidade deve promover cada vez com mais força».

Por seu lado, o presidente da Junta de Extremadura, Guillermo Fernández Vara, recordou que estamos numa época acelerada de mudanças e «não só/sozinho no mundo da política, mas em todas as esferas da vida», e uma delas é a laboral porque «nunca na história se produziram tantos mudanças em tão pouco/bocado tempo e este fórum transfere esse mensagem e reúne a quem ensinam na universidade com os alunos e as empresas para tentar analisar juntos todas as opções e as possibilidades».

«Sim é certo que numa época na qual tudo muda tão rápido, a resposta está no aprendizagem ao longo/comprido da vida, vinculado com as mudanças tecnológicos, com as habilidades e as competências», apontou o presidente extremenho.

Vara considera que a oferta universitária deve adaptar-se ao que procura o mercado laboral porque, nestes tempos, «as mudanças se produzem a enorme velocidade» e licenciaturas que faz 25 anos não existiam, provavelmente dentro de outros anos deixem de existir porque a própria realidade dos factos/feitos produziu «um enorme mudança».

Mas para o chefe do Executivo regional há uma questão básica que afeta a todas as licenciaturas que é a «atitude diante da vida», já que a pessoa deve estar em «permanente estado de aprendizagem e de formação» porque as mudanças antes estavam vinculados às «modas» e agora o estão às «tecnologias» que passam mais rápido que a moda.

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