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El Periódico Extremadura | Domingo, 21 de outubro de 2018

Un congresso internacional analisa o «{universalismo}» de Carlos V

Estaba prevista a assistência de Felipe VI, mas se evitou pelas protestos da {EBAU}. Se sublinhou a pegada/marca de {Erasmo} de {Rotterdam} e {Franciso} de Vitória em sua figura

REDACCIÓN
09/06/2018

 

La figura de Carlos V como {canalizador} de boa parte do {humanismo} e o {universalismo} que impulsionaram {Erasmo} de {Rotterdam} e Francisco de Vitoria foi posta ontem em valor durante o encerramento, em Cáceres, de um congresso internacional que reuniu a vários peritos mundiais de muito diversas universidades.

Sob o título Carlos V, Vitoria e {Erasmo} em Yuste, este congresso permitiu internar-se nos origens dos valores atuais de Europa e no prisma multidisciplinar do chamado «sentido de Estado», informa EFE.

Ao ato de encerramento/encerra, celebrado na Faculdade de Filosofia e Letras do Campus de Cáceres, estava prevista a presença de Felipe VI, que finalmente não assistiu por «não interferir», segundo fontes da Casa Real, na situação educativa gerada na Extremadura pela filtração de vários {éxamenes} da {EBAU} (antiga Prova de acesso ao ensino superior).

CONSTRUIR PONTES / O encerramento deste congresso, organizado pelo Instituto/liceu Universitário de Estudos Europeus da Universidade {CEU} São Pablo, em colaboração com a Fundação Academia Europeia e Ibero-americano de Yuste e a Universidade de Salamanca, contou com a palestra O Patriotismo cultural: escola de Salamanca, a cargo do historiador Fernando García de Cortazar.

Previamente à leitura das conclusões do congresso, lidas e analisadas por {Marcelino} Orelha, García de Cortazar, num foque de país e de {universalismo}, salientou a necessidade de «construir pontes entre gentes diferentes, fora de qualquer preconceito».

«Espanha é o país de todas as culturas», acrescentou o historiador -Prémio Nacional 2008-, quem considera que «a má erva de intolerância» acaba-se secando.

García de Cortazar, elogiou o papel que «desde sempre» jogou a Universidade de Salamanca em todos os âmbitos do ser humano, disse que «Europa seria muito diferente sem Sábio, São Juan de la Cruz, {Machado} ou Blas de Otero», entre outros, bem como «sem Toledo, Salamanca e Santiago».

No seu entender, Salamanca e Alcalá de Henares são «a história da universidade espanhola». «Na cidade do {Tormes} retumbaram as ideias dos melhores {pensadores} e de seus salas de aula saía a cultura a {borbotones}», acrescentou.

Por seu lado, Orelha expôs que {Erasmo} de {Rotterdam} e Francisco de Vitoria «tiveram a sagacidade de ir para além de seu momento histórico, pensando num novo ordem/disposição internacional».

«Entre Vitoria e {Erasmo} teve coincidência de fins, mas não tanto/golo de meios», indicou o diplomático espanhol, quem incidiu em «o paralelismo» de ambos {pensadores} e humanistas, embora com diferenças.

Ambas visões confluíram em Carlos V, «quem soube canalizar boa parte das mesmas em sua ideia de Estado e da ordem internacional, especialmente ao referido a Europa».

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