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El Periódico Extremadura | Domingo, 24 de junho de 2018

Centenas de {cultivadores} de cerejas pedem medidas para travar os preços «abusivos»

Reclamam que se fixe um preço mínimo para poder/conseguir salvar os custos

REDACCIÓN MÉRIDA
11/06/2018

 

Centenas de {cultivadores} de cereja do Valle del Jerte se concentraram na tarde de ontem para protestar pelos preços «abusivos» que está registando atualmente o produto. O pavilhão municipal de Cabezuela del Valle foi o epicentro duma concentração reivindicativa à que foram boa parte dos produtores de cereja da região, que se unem para somar forças.

O sector reclama ao Governo central e regional que tomem cartas no assunto. «Pedimos que se estabeleça um preço mínimo para que possamos salvar os custos, mas também para o consumidor porque lhes estão vendendo cerejas a preço de {chuletón}», sustenta o porta-voz da plataforma Valle del Jerte Unido, Raúl Heras. Neste sentido, destaca que a «situação é gravíssima, já que «nós estamos recebendo só/sozinho 40 cêntimos e por aí se vende até a 18 euros o quilograma».

«Nos estão arruinando porque o preço mínimo para manter os custos é de um euro e não {llegamos}, nem com muito, a cobrir os custos», sublinha Heras, quem destaca que a campanha da cereja não está a ser nada positiva. «Nos vão a afundar e temos que mover-nos», enfatiza o agricultor.

Entre outras petições/pedidos, Heras pede medidas para que não tenham que atirar as cerejas que têm deformações. «Estamos atirando comida/almoço de primeira qualidade ao chão só/sozinho porque não cumprem uma regras estéticas. Para atirá-la à lixo prefiro que me deixem levá-la a Cáritas ou a um refeitório social», precisa Heras.

O presidente de {Asaja} Extremadura, Ángel García Blanco, pede em declarações a Efe que de forma urgentíssima e com carácter excecional se retire «boa parte» da produção de cereja do Valle del Jerte com o objetivo de regular/orientar os preços do mercado.

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