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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 17 de fevereiro de 2020

{Borrell} advoga por politizar mais Europa para poder/conseguir fazer frente aos desafios

O ministro destaca o nascimento duma consciencializa política no âmbito europeu. Sustenta que terá que atuar contra das «agressões de tipo comercial»

REDACCIÓN region@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
12/07/2019

 

O ministro de Exteriores em funções e próximo chefe da diplomacia europeia, Josep Borrell, defendeu ontem que os resultados das últimas eleições europeias põem sobre/em relação a a mesa o nascimento duma consciencializa política europeia e por isso «temos de politizar mais Europa».

Borrell fez estas declarações em Cuacos de Yuste (Cáceres), onde participou como conferencista num curso sobre/em relação a os desafios atuais da UE, organizado pela Fundação Academia Europeu e Ibero-americano de Yuste e que se celebra no Real Mosteiro de Yuste. Segundo recolhe/expressa Efe, o ministro indicou que os novos responsáveis da UE vão a herdar uma economia «relativamente saudável», porque se deixou atrás dez anos duma crise «tremenda», que deixou «profundas feridas sociais e aumentou a desigualdade, mas que pelo menos podemos dar por superada em termos macroeconómicos». No seu entender, sobre/em relação a esta base é necessário fazer frente a três desafios «formidáveis» nos próximos cinco anos.

O primeiro deles é definir o lugar de Europa num mundo cada vez mas {bipolar} com um conflito geoestratégico entre EUA e China. «Será necessário evitar a tentação protetora mas ao mesmo tempo reformar e desenvolver a capacidade tecnológica, financeira e de segurança de Europa», e terá que apoiar as instituições multilaterais e estar dispostos a atuar «contra das agressões de tipo comercial que {suframos}», assinalou Borrell.

Em segundo lugar, referiu-se ao aquecimento climático e apresentou que para evitá-lo terá que estabelecer preços à energia e a emissão de gases de efeito de estufa, «o que vai a produzir uma transformação profunda da economias que terá consequências sociais». «Se gerarão novos vetores de desigualdade e terá que trabalhamos/trabalhámos por evitar que essa fratura social gere novos conflitos como temos visto recentemente em França», acrescentou. Também advogou por «{descarbonificar} a economia e as formas de vida», o que implicará «reforçar a coesão social desde uma nova perspectiva».

Para Borrell, a principal ameaça que vai apesar sobre/em relação a os próximos anos é que se possa produzir de novo uma recessão ou mesmo uma crise «e evitá-lo vai a requerer construir uma política fiscal proativa, reformar o Governo do euro e lutar fortemente contra a fraude fiscal e a evasão». Na sua intervenção, Borrell também pôs sobre/em relação a a mesa os três grandes reptos/objetivos desta legislatura: Europa tem que prover bens públicos europeus, lutar contra o terrorismo e estabilizar os sistemas financeiros.

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