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O autoconsumo começa a ver a luz

A região multiplicará neste ano por mais de seis a potencia renovável deste tipo que tem instalada. As mudanças normativos introduzidos fizeram que por fim este sector comece a desenvolver-se

 

E. BARAJAS epextremadura@elperiodico.com CÁCERES
08/03/2020

As mudanças normativos introduzidos no âmbito do autoconsumo elétrico renovável no último ano e meio parece que por fim estão potenciando seu avanço e as previsões som que experimente um enorme crescimento nos próximos meses. Se bem é certo que se partia duns níveis muito baixos, também o é que só/sozinho tendo em conta os projetos que agora mesmo tem em tramitação a Conselheria para a Transição Ecológica e Sustentabilidade extremenha, a estimação é que a potencia deste tipo instalada na região se multiplique por mais de seis no decurso de 2020, passando dos 2.398 {kilovatios} pico ({kWp}) com os que se fechou o 2019 a 15.154 {kWp}.

A nível nacional, a União Espanhola Fotovoltaica ({UNEF}) calcula que a nova potencia fotovoltaica para autoconsumo posta em marcha no passado ano em todo o país praticamente duplicou a de 2018 (de 235 a 459 megawatts, respetivamente). Desde/a partir de o patronato fotovoltaica se atribui este notável crescimento ao novo quadro normativo liberalizado que tem eliminado as barreiras económicas e administrativas —entre elas o denominado ‘imposto ao sol’— que lastravam este modelo. Normas que também têm introduzido a possibilidade de instalar autoconsumo partilhado em blocos de habitações/casas/vivendas e o mecanismo de compensação simplificada, através do qual os usuários podem receber/acolher uma contrapartida económica pelos excedentes de energia que vertem à rede.

«Em 2011 o mercado fotovoltaico em Espanha se {destruyo} por completo. O que se fazia de autoconsumo era duma maneira muito testemunhal, para pessoas que não tinha outra alternativa porque carecia de rede elétrica ou para aqueles que tinham as ideias muito claras em matéria de sustentabilidade», assinala Alberto Cantero, delegado de {UNEF} na Extremadura. O incremento da atividade que se produziu agora, incide, tem sua principal origem na retirada das barreiras administrativas que se tinham implantado. «Os entraves burocráticas eram enormes e as portagens que se estavam impondo faziam que uma instalação deste tipo não fosse rentável ou que tivesse um período de amortização muito longo/comprido, de mais de dez anos», {arguye}. As modificações regulamentos têm vindo acompanhada, além disso, de um progressiva descida/desmpromoção no desembolso económico que requerem as instalações. «Em resumo, —conclui— houve uma melhoria da rentabilidade» que fez que o sector «explore» após anos de letargo.

Não obstante, matiza/precisa, a previsão de posta em marcha de 12,7 megawatts para este exercício continua a ser «pouco/bocado para tudo o potencial que tem a região» e aponta que unicamente com que em determinadas atividades económicas de peso na região, como as agroindustriais, se apostasse em maior/velho medida pelo autoconsumo, «poderíamos ir-nos facilmente aos 40 ou 50 megawatts». Neste sentido, confia em que o balanço a final de ano seja ainda mais positivo somando os projetos que se apresentem nos próximos meses e que tenham margem para começar a funcionar antes de que termine o exercício.

Segundo a informação facilitada pela Conselheria para a Transição Ecológica, o 2019 acabou com 216 instalações de autoconsumo gerando eletricidade na Extremadura. Delas, 111 estavam interligadas a rede (1.908 {kWp}) e 105 eram isoladas (490 {kWp}).

A nível nacional, {UNEF} estima que a maioria da nova potencia instalada durante o ano passado —entre um 50% e um 60%— corresponde ao sector industrial, de um 30% a um 40% a estabelecimentos comerciais; e em torno de um 10% ao segmento urbanização. «O que está empurrando agora mesmo é o autoconsumo industrial, que som instalações mais grandes», detalha Cantero, que também é {CEO} de {Gamma} {Solutions}, um grupo empresarial de engenharia com escritórios em Cáceres.

De facto, precisa, a cifra de {kilovatios} que promedeiam os projetos atualmente em tramitação —muito superior à que tinham os que tinha funcionando a finais do ano passado— corresponde a uma instalação que «ocuparia uns 3.000 metros quadrados de superfície, aproximadamente, não estamos a falar do telhado duma casa, mas do duma nave industrial ou de um horto solar ao lado duma instalação industrial. Centros que têm já um consumo importante e, possivelmente, durante todo o ano». Uma exceção a este último aspeto seria o do autoconsumo das comunidades de regantes, onde o {bombeo} de água tem um carácter sazonal, mas no qual as importantes ajudas oferecidas pela Junta de Extremadura para a melhoria da eficiência energética destas entidades permitem que as plantas continuem a ser rentáveis.

No âmbito urbanização, esgrime, também cada vez há mais pessoas interessadas por estes projetos, habitualmente para construí-los em habitações/casas/vivendas unifamiliares. Em qualquer caso, reconhece, aqui o crescimento «é muito mais lento», entre outras coisas porque o mecanismo de compensação desenhado não permite deduzir diretamente cada {kW} injetado por outro consumido, o que faz com que a poupança, embora também exista, seja menor. «{Generas} durante o dia, que não é quando {tienes} teu maior/velho consumo, que se produz de noite ou a primeiras horas da manhã», explica Cantero.

Para além de as gestões que tenha que efetuar com a companhia elétrica, no caso das instalações conetadas a rede estas requerem, se superam os 100 {kW} de potencia, a autorização prévia da Administração autonómica. Se não os excedem, se executa o projeto e posteriormente se apresentam os documentos de a sua posta em marcha. Quanto às isoladas, se executa a instalação e posteriormente se tramita a posta em serviço.

Segundo se esclarece desde/a partir de a conselheria, está prestes a publicar-se uma instrução destinada a agilizar, clarificar e unificar critérios na tramitação das instalações. Cantero também considera importante uniformizar os requisitos que se exigem a nível local. «Há câmaras municipais que te pedem licença de obra maior/velho, outros de obra menor, outros que nem sequer te pedem licença... Isso é algo que impacta muito nos custos e no tempo de tramitação», conta. De facto, Catalunha e Baleares já têm substituído a obrigatoriedade da licença de obras por uma comunicação prévia.