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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 20 de septembro de 2019

As praxes baixo/sob/debaixo de lupa

A Universidad de Extremadura quer erradicar esta atividade: «Não é as melhor boas-vindas/bem-vinda, há outras alternativas» H Se querem afastar dos campus, mas desde ontem, o primeiro dia do curso, estão nas cidades e as instituições pedem respeito

G. MORAL
11/09/2019

 

La Universidad de Extremadura (UEx) não quer praxes, mas não se fizeram esperar. Apenas umas horas depois de/após começar ontem as classes do novo curso académico, chegaram as primeiras grafítis, os primeiros jogos e os primeiros botellones de universitários em Cáceres e Badajoz. É a forma que têm os veteranos de dar as boas-vindas/bem-vinda aos mais de 3.000 novos alunos que se incorporam à universidade extremenha. Uma tradição que está sempre baixo/sob/debaixo de suspeita.

«As praxes não são um jogo. A miúdo implicam faltas de respeito, humilhações, abusos... e os alunos devem ter claro que não têm que participar nelas pelo simples facto/feito de que se diga que é uma tradição. As praxes não ajudam a integrar-se, a muitos estudantes lhes leva a sentir-se mau, mas se vêem obrigados a fazê-las», denúncia a vicereitora de Estudantes, Emprego e Mobilidade da UEx, Rocío Yuste.

No seu entender, há outras atividades alternativas com as que realmente sim se consegue a integração dos novos estudantes sem faltar-los o respeito e mais sustentáveis. Com esse objetivo a UEx tem lançado uma campanha de sensibilização através das redes sociais. «Procuramos que tenha outras alternativas às práticas atuais e também o acordo/compromisso com a sociedade; a campanha está muito na linha dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para consciencializar também sobre/em relação a o mau uso que se faz dos recursos porque se esbanjam alimentos e se suja o ambiente», prossegue a vicereitora.

La iniciativa da UEx conta com o apoio do Conselho de Alunos. «Há muito por fazer, as praxes vão seguir existindo, mas queremos que sejam limpas e respeitosas. E estaremos atentos para que se façam bem. Nós, como a universidade, não queremos que se erradiquem as praxes, é algo muito enraizado entre os {universitairos}, mas sim queremos que se façam bem, com respeito, sem obrigar a ninguém a fazê-las e sem que ninguém não se sinta/senta integrado por não ter participado», conta José Ignacio García, presidente do Conselho de Alunos da UEx.

Por isso, enquanto mostram-se abertos e vigilantes, já estão organizando uma alternativa para o fim de festa. «Nos gostaria fazer um festival de música em Badajoz, para todos os universitários da UEx, no qual possamos fazer jogos limpos por faculdades ou algo assim... estamos pensando em isso. La ideia é divertir-se, conhecer-se mas sempre sem faltar o respeito a ninguém», diz.

¿Quem põe os limites? «Isso é complicado porque cada pessoa se pode tomar uma brincadeira duma forma ou outra, mas esperamos que tudo se faça bem», conta. Por enquanto, não lhes chegaram queixas, «embora estaremos atentos». Também o estará a equipa da UEx, que tem posto a disposição dos estudantes um correio electrónico para denunciar qualquer prática calunioso ({nonovatadas@unex}.é).

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