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As dúvidas de não viajar entre províncias

A proibição ainda de circular entre Badajoz e Cáceres sem motivo justificado provoca a rejeição da oposição/concurso público H Monago lança: «Ou não é verdade que se tenha a situação tão controlada ou aqui está passando algo que não nos contam»

 

Reunião 8 Comissão parlamentar sobre/em relação a o {covid}-19 na Asamblea de Extremadura. - ASSEMBLEIA DE EXTREMADURA

REDACCIÓN
09/06/2020

A decisão «surpreende». «Sobretudo porque foi o primeiro presidente autonómico que solicitou ao Governo de Espanha que se permitisse a mobilidade entre províncias faz já mais de 15 dias e inclusivamente chegou a apresentar que se {abrieran} as fronteiras com Portugal, mas agora pretende seguir/continuar com as fronteiras fechadas entre as províncias de Cáceres e Badajoz, sendo a única região em fase 3 que não permita ainda este movimento», expressou ontem o presidente do PP da Extremadura, José Antonio Monago. E acrescentou: «Ou não é verdade que se tenha a situação tão controlada ou aqui está passando algo que não nos contam; que passou nestes dias para uma mudança tão drástico».

As declarações do líder extremenho dos populares som a resposta à reafirmação do presidente da Junta, Guillermo Fernández Vara, de esperar até ao 15 de Junho para permitir as viagens entre a província de Badajoz e Cáceres (e até ao 21 de Junho, quando se de por finalizado o estado de alarma, para a mobilidade entre regiões). O argumento de Vara é a «prudência» para evitar que tenha novo casos de coronavirus importados da outra província.

Também Podemos

Contra desta decisão também se posiciona Unidas por Extremadura (Podemos), que já na sexta-feira passada pediu ao presidente autonómico que {reconsiderara} esta decisão: «Noutras comunidades também em fase 2 e com piores dados sim será possível. Os novos contágios que se estão produzindo não som comunitários, mas de pessoas que têm vindo de fora», expressaram desde/a partir de a formação {morada}.

Fuera da política também se manifestaram os empresários. Desde/a partir de a Creex (o patronato extremenho), quiseram alertar das «repercussões económicas que implica a manutenção das restrições à mobilidade». «Também as existentes com outras comunidades e com Portugal lastram o crescimento», acrescentaram.

Este polémico ponto da fase 3 da {desescalada} foi um dos mais importantes que se trataram ontem na comissão criada na Asamblea de Extremadura pelo {covid}-19 «para render contas das decisões», assegurou Fernández Vara. Após a reunião, o próprio presidente manifestou: «Agradeço muito o tom e as propostas. {Acepto} as críticas e {asumo} a responsabilidade das decisões». Assim o deixou escrito/documento em seu perfil da rede social Twitter.

A justificação

Fernández Vara já deixou claro na sua comparência do passado domingo, após a reunião com o resto de presidentes autonómicos e do Governo, Pedro Sánchez, que sua decisão de não permitir a mobilidade entre as províncias de Badajoz e Cáceres se baseava em que tinha tido quatro ameaça de surtos nos últimos dias, e o livre movimento poderiam alimentar esses surtos. Aí se manterá até ao próxima segunda-feira.

Teria que {recordar} que os governos autonómicos já têm recuperado as competências para dirigir o processo de {desescalada}.