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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 25 de junho de 2018

As Cidades Património reclamam ao novo Governo que aborde seu «infrafinanciamento»

Pedem atenção para que as Câmaras Municipais mantenham os serviços

REDACCIÓN MÉRIDA
10/06/2018

 

O Grupo de Cidades Património da Humanidade de Espanha reclama ao novo Governo de Pedro Sánchez que quando se abra o debate sobre/em relação a o modelo de financiamento tenha em conta a «infrafinanciamento» das câmaras municipais para manter os serviços que emprestam a seus cidadãos, especialmente os que contam com capacetes históricos. Desta forma o assinalou ontem na conferência de imprensa posterior a uma Assembleia Geral do Grupo a presidenta da Câmara Municipal de Córdoba, Isabel Ambrosio, até agora seu presidenta, a quem após a reunião celebrada este fim-de-semana em Mérida acontecerá no cargo seu homólogo de Cuenca, Ángel Mariscal.

Ambrosio destacou o «sobreesforço» que devem enfrentar as cidades com capacetes históricos para oferecer os serviços municipais aos vizinhos/moradores que vivem nos mesmos devido a suas especiais características, e que são aqueles que lhes dão «alma». Assim, assinalou que as Câmaras Municipais enfrentam com o dinheiro dos cofres municipais a prestação destes serviços para além do cuidado do património, um sobrecusto que tem cifrado num 16 por cento mais que para o resto das cidades.

Por este motivo, as 15 cidades que formam o Grupo vão a transferir ao Executivo de Pedro Sánchez, uma vez que se abra o debate sobre/em relação a o modelo de financiamento autonómico e municipal, que as Câmaras Municipais não estão dispostos a seguir/continuar mantendo «a pulmão» estes espaços.

Ambrosio se despede da presidência do Grupo na reunião celebrada em Mérida, onde agradeceu o trabalho realizado ao resto de regedores municipais durante neste ano, sobre/em relação a o que destacou as atividades organizadas por ocasião do 25 aniversário da formação do grupo ou o Ano Europeu do Património.

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