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Apresentado o arquivo de María Telo, jurista extremenha

 

EFE MADRID
10/03/2020

A vicepresidenta primeira do Governo, Carmen Calvo, afirmou ontem que «à memória democrática lhe falta olhar de igualdade e de género» e elogiou o trabalho «necessária» dos arquivos para recuperar a memória histórica das mulheres. «Fomos invisíveis», lamentou a também ministra de Memória Democrática à bilhete do Arquivo Histórico Nacional, onde assistiu à apresentação do arquivo pessoal da jurista extremenha María Telo (1915-2014), pioneira em reivindicar os direitos da mulher.

Segundo Calvo, a luta de Telo começou ao ver como as mulheres eram consideradas «menores de idade» pelo código civil da época que lhes impedia ter uma conta à ordem a seu nome ou lhes negava a pátria poder dos seus filhos. A vicepresidenta primeira do Governo lamentou a incompreensão que viveu Telo em sua época e destacou a influencia que sobre/em relação a ela teve Clara {Campoamor}.