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Aplicá-lo também nas provas simples

 

23/02/2020

Armando {Bastida}, enfermeiro de Pediatria, autor de Sara, {sanita} e responsável do projeto Criar com sentido comum, recorda que os direitos do menino hospitalizado incluem o de estar acompanhado de os seus pais ou da pessoa que os substitua o máximo tempo possível, sempre e quando sua presença não interfira no desenvolvimento dos procedimentos médicos. {Bastida} considera fundamental o acompanhamento {paterno} ou materno não só/sozinho nas operações cirúrgicas mas em analíticas, ecografias ou radiografias mas que também provocam temor nos menores e onde os progenitores podem contribuir muito a acalmar-los.

Faz muito tempo, {Bastida} acompanhou a um dos seus filhos de 4 anos a que lhe {realizaran} umas análises clínicas num centro de saúde. «O {papá} espera fora», lhe {espetó} um sanitário. {Bastida} e sua mulher se negaram porque não queriam separar-se de seu pequeno e levaram o caso ao Defensor del Pueblo, que, tempo depois, lhes deu a razão e confirmou que os menores devem poder/conseguir ir acompanhados por os seus pais às provas médicas, embora com matizes. «Os meninos sofrem muito quando não entendem algo e eles não são capazes de compreender que {papá} ou mamã lhes deixem rodeados de desconhecidos que lhe estão a fazer coisas que não lhe gostam», acrescenta o enfermeiro e divulgador.