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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 2 de abril de 2020

Os 54 da ‘lista vermelha’ extremenha

A associação {Hispania} {Nostra} tem incluído no que vai de ano três novos elementos patrimoniais que estão em perigo por seu mal estado de conservação: dois em Trujillo e um em Guadalupe H No lista há monumentos como a ponte romano de Alcántara

R. C. region@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
15/03/2020

 

Extremadura tem 54 bens na ‘lista vermelha’ que ativou no ano 2007 a associação {Hispania} {Nostra} para oferecer e proteger aquela parte do Património cultural e natural que se encontra em abandono e em perigo. A cifra inclui três novas incorporações nos primeiros dois meses deste ano com a inclusão do {Palcio} do {Carneril} (s. XV) e o Convento da Madalena (s. XVII) em Trujillo, e com o Moinho do Tanque (séculos XIV a XVI) em Guadalupe.

«O estado de ruína é tão avançado que uma de suas fachadas ameaça com derrubar-se. Carece de coberta, têm {expoliado} dintéis e pilares dos vão. As paredes internas se perderam e hoy em seu interior há animais», recolhe/expressa a ficha do Convento da Madalena para justificar sua inclusão nesse registo de elementos ameaçados, no qual encontram-se bens como a ponte romano de {alcántara} (declarado Monumento Nacional desde/a partir de 1924) no qual se aprecia um «grave deterioração por falta de conservação» ou a ermida de São Jorge em Cáceres (s. XV) que qualificam como «um caso escandaloso de abandono de património histórico».

O lista inclui um total de 992 fichas em ativo de bens de toda Espanha, nas diferentes categorias existentes em função do risco. Delas, 772 correspondem a edifícios ou paisagens que estão na ‘lista vermelha’ e que portanto estão em risco de desaparecer se não se atua sobre/em relação a elas, outras oito (nenhuma na Extremadura) estão na ‘lista negra’, bem porque se levaram a cabo intervenções que esta associação entende que têm desvirtuado por completo a conceção desse bem, ou bem porque a {inacción} tem provocado que se perca por completo. Os critérios de inclusão na lista se baseiam na importância histórica e arquitetónica do elemento patrimonial em questão, «e se elabora baixo/sob/debaixo de supervisão duma comissão cientista integrada por especialistas na matéria», asseguram na web de {Hispania} {Nostra}.

Recuperados

Além disso há outros 163 elementos na lista verde (8 na Extremadura) porque se levaram a cabo atuações de reabilitação ou de proteção do ambiente no qual encontram-se. Esse é o caso, por exemplo, do algibe do Palácio das {Veletas} de Cáceres, que se incorporou a esta ‘lista vermelha’ depois de/após que vários relatórios determinassem no ano 2009 o mal estado de conservação que tinha este espaço da Casa da {Veletas}, declarada Monumento Histórico Artístico em 1931. O algibe abandonou essa lista no ano 2015, quando se aprovaram as obras de recuperação.

Igualmente tem abandonado essa consideração de ameaça o Forte de São {Cristobal} de Badajoz, um edifício do s. XVII que e incorporou em 2009 a este registo pelo deterioração que apresentava e no qual se têm realizado já atuações de conservação.

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