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El Periódico Extremadura | Sábado, 22 de septembro de 2018

15 milhões mais para eficiência energética em centros educativos

Se destinarão dez milhões a melhorar os estabelecimentos de Ensino básico e cinco para Ensino secundário . Primeiro avaliarão as necessidades em cada colégio e se priorizará os que estejam pior

REDACCIÓN región@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
08/06/2018

 

A Junta de Extremadura contará com 15 milhões de euros adicionais até ao 2020 para um novo Plano de Melhoria da Eficiência Energética e para a Redução de Emissões de CO2 em Infraestruturas Educativas, procedentes dos fundos europeus {Feder}. Assim o anunciou ontem o secretário-geral da Conselheria de Educação e Emprego, Rubén Rubio, numa comissão da Asamblea de Extremadura, a perguntas do porta-voz de Podemos, Álvaro Jaén.

Estes fundos se somarão aos 140 milhões do Plano de Infraestruturas Educativas, dos que já há comprometidos 26,5 milhões em 2018, e permitirão atuar em matéria energética naqueles lugares onde este não está chegando já.

A autorização comunitária para usar os fundos {Feder} se conseguiu no passado mês de Maio, segundo Rubio, que disse que para neste ano há dois milhões orçamentados.

Dos 15 milhões adicionais, dez se destinarão aos centros de Educação Pre-escolar e de Primária e cinco para Ensino secundário.

O plano se iniciará com um estudo das necessidades dos centros educativos, para priorizar os que tenham piores resultados.

Na primeira fase, se avaliará como está a envolvente térmica dos centros educativos e se incidirá nas carpintarias exteriores, os vidros, as persianas, as cobertas e nas fachadas.

Para o novo plano se tem dividido o território extremenho em 14 zonas e, para cada uma delas, vai-se a contratar um estudo e uma redação de projeto. Se estão ultimando os folhas de licitação e cedo poderá iniciar/dar início's o processo.

críticas de podemos/ Jaén, por seu lado, criticou o atraso na execução das duas verbas/partidas de um milhão de euros cada uma, orçamentadas para neste ano. O deputado de Podemos denunciou que se tenha vetado a seu grupo uma proposta de lei para conseguir que se {aclimaten} os centros educativos com o fim de que os alunos não passem nem calor nem frio.

Rubio assinalou que já têm dados do estudo que fizeram com dados de temperaturas da Agência Estatal de Meteorologia em Mérida e Cáceres correspondentes aos anos 2013, 2014, 2016 e 2016 -se deixou fora o 2017 e 2018 por ser anormais-.

Concretamente, se tem estudado os dias de Maio, Junho, setembro e Outubro em que a temperatura exterior superava de forma sustentada os 28 graus, isto é, a metade da jornada letiva,

Os dias em que a temperatura tem podido condicionar o «conforto térmico» foram de 5,25 dias ao ano em Cáceres e 9 em Mérida, assinalou. À vista destes dados a Rubio lhe parece mais adequadas as medidas que Educação já pôs em marcha o curso passado, como a suspensão temporal das classes, para enfrentar esses picos e não o pôr ar condicionado.

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