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147.367 multas durante o 2019

 

13/03/2020

A Dirección General de Tráfico formulou o ano passado 147.367 denúncias nas estradas extremenhas de sua competência. Isso supõe um incremento do 31,2% relativamente às 112.354 de 2018, segundo os dados dados a conhecer ontem por Automobilistas Europeus Associados ({AEA}). O aumento está muito acima do qual se contabilizou no conjunto/clube do país, onde as 4.505.867 sanções tramitadas supuseram um auge de um 9,4% sobre/em relação a o exercício precedente.

Detrás de esta evolução estiveram fundamentalmente as penalizações por excesso de velocidade. Supõem dois terços do total (98.405) e se dispararam sobretudo na província de Badajoz, onde cresceram um 58,8%, até as 59.156, embora também subiram na de Cáceres, na qual o incremento foi do 35,1%, até as 39.249.

O segundo motivo mais habitual de multa, já a muita distância, é o de não ter passado a ITV, com 15.086 processos, acima de não levar o cinto de segurança, que aparece no ‘ranking’ com 5.441 infrações, com um surpreendente incremento interanual do 30,5%. O uso indevido de telemóveis e de outros dispositivos ao volante em vias interurbanas da região se saldou com 3.696 multas. Em 3.052 ocasiões se detetou a condutores que não respeitavam os sinais e em 3.033 a outros que careciam de seguro. Quanto aos controlos de álcool e drogas, teve 2.544 positivos.

Por comunidades autónomas, o relatório/informe de {AEA} destaca que se bem em Andaluzia é na qual se formularam o maior/velho número de denúncias (1.053.989), foi em Madrid onde se detetaram mais infrações em função da extensão de sua rede de estradas (175 denúncias por quilómetro), e em Castela-A Mancha se o que se tem em conta é seu parque de veículos (0,27 denúncias por automóvel).

Por tipo de incumprimento, o estudo de {AEA} adverte que das dez infrações mais frequentes unicamente dois têm experimentado diminuições significativas na prática totalidade do território nacional entre um e outro ano: conduzir com a autorização caducado e com presença de álcool e drogas. «No entanto se observa um preocupado incremento das denúncias por não levar o cinto de segurança e por conduzir sem autorização/ licença», se indica.