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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 23 de novembro de 2017

136.000 alunos estreiam curso

A volta às salas de aula decorre «com total normalidade», segundo a conselheria. {Ampas} criticam que há obras a médias; 63 atuações estão ainda em marcha

REDACCIÓN region@extremadura.elperiodico.com CÁCERES / BADAJOZ
14/09/2017

 

Entre sorrisos, alguma lágrima entre os mais pequenos e com a presença de trabalhadores nalguns centros. Assim estrearam ontem o curso 136.392 alunos extremenhos de Infantil, Primária, Ensino secundário e Especial. A Conselheria de Educação destaca que a volta às salas de aula decorreu ontem «com total normalidade» apesar de que não só/sozinho há docentes e estudantes nos centros. «A volta às classes está coincidindo com a continuação nos centros de várias obras de melhoria e de alargamento. Nestes momentos se estão executando 63 atuações, mas a equipa da conselheria tem estabelecido os mecanismos necessários para que as obras não interfiram no normal/simples desenvolvimento da atividade letiva, para além de garantir-se a todo o momento a segurança dos alumnos e do professorado», sustenta.

COM A {RADIAL} / Não o vêem assim desde algumas associações de mães e pais dos alunos. «O centro não está em condições para nossos filhos. Temos obrigado aos trabalhadores a parar os trabalhos porque estão com a {radial} enquanto os meninos estão nos centros», lamenta a presidenta do {Ampa} do {IES} Ao-{Qázeres}, em Cáceres. Neste centro os processos de melhoria começaram em finais de Julho. «Começaram quando todos os trâmites tinham concluído e está previsto que as obras que se realizam dentro do prédio estejam terminadas na próxima sexta-feira e o resto, que não afetam à marcha normal/simples das atividades letivas, acabarão em oito ou dez dias», explica a conselheria a este diário/jornal. Desde a administração destacam que se esteve a trabalhar «a {destajo}» para garantir a segurança dos alunos no início das classes. «Outro aspeto são os incómodos inerentes a qualquer obra para o que a equipa da Conselheria de Educação e Emprego está pondo em marcha todos os mecanismos oportunos», destacam.

Em Villafranco de Guadiana, a {Ampa} da escola critica precisamente que ainda não têm começado os processos comprometidas faz muito tempo. «Há gretas, se caem entulhos da fachada... e este é o terceiro curso com parte do centro cercado», lamentam os pais. Desde a conselheria assinalam que na zona afetada se tem colocado uma grade/cerca de dois metros de altura «para que não tenha perigo para ninguém» e que as obras, com um montante de 102.797 euros e um prazo de execução de seis semanas, começarão «o quanto antes». «A Junta já tem licença da Câmara Municipal para realizar esta obra».

CONTÍNUO / Em Badajoz, o curso começa com os protestos na escola público Arias Montano para reclamar que permaneça no centro a contínuo, com a que não contam desde o 1 de setembro, por decisão da Câmara Municipal, que tem {decididio} transferi-la a outro serviço municipal. Na semana passada professores e pais se concentraram na praça/vaga de Espanha e os protestos continuarão hoje. Às 8.15 da manhã o claustro se dirigirá de novo às portas da Câmara Municipal e a sua intenção é entregar uma convite ao presidente da Câmara Municipal para que visite a escola; às 9.00 horas a {Ampa} convocou a uma concentração às portas do centro.

Com mais ou menos polémica, após a volta ao {cole} ontem dos mais jovens, ao longo do mês de setembro se irão incorporando a classe o resto de estudantes matriculados. Segundo as estimações da conselheria, já que há ensinamentos que ainda têm aberto o período de {matrículación}, este curso terá 179.794 estudantes, mil menos que o curso passado.

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