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El Periódico Extremadura | Terça-Feira, 21 de novembro de 2017

Uma exposição solicita fundos para os meninos com cardiopatias

O dinheiro obtido se destinará à fundação infantil Miúdos Corações

FAUSTINO MARTÍN
04/09/2017

 

El Museo de Los {Escobazos}, situado no município de Jarandilla de la Vera, acolhe desde no passado 24 de Agosto uma exposição de gravados executados mediante a utilização da técnica do águaforte e {aguatinta}. Leva por título ‘{Jarandilla}; povo/vila e natureza’, e suas obras foram realizadas pela artista local Encarna Morais.

Para além do aspeto simplesmente artístico e criativo, a mostra tem uma vertente solidária, já que desde a abertura da exposição todas as pessoas que o desejem podem participar com um donativo, totalmente voluntário, que além disso lhes permitirá aceder ao sorteio duma obra duma coleção exposta, neste caso intitulada ‘Parador’.

Tudo o dinheiro que seja arrecadado por este meio, se entregará integramente à fundação sem fins lucrativos Miúdos Corações, que trabalha na melhoria da vida dos meninos que padecem cardiopatias congênitas, segundo recolhe/expressa uma nota da Câmara Municipal da localidade {verata}.

A exposição de Encarna Morais foi precedida doutra de pintura, pendurada baixa o epígrafe ‘Num lugar das manchas de cujo jazz sim quero acordar-me’, da artista Mari Paz Núñez, que mostrou sua obra no museu {jarandillano} de 3 a 20 de Agosto.

Mari Paz Núñez surge de raízes {jarandillanas}, embora mudou os verdores e as nevoeiros desta terra pelas de Vitória, onde reside e trabalha como artista plasticidade. Se interessa também pelo reciclado de móveis e de roupa, que embelece para dar-lhes uma nova vida, uma segunda oportunidade.

É que o Museo dos {Escobazos} não para de programar contidos. Previamente, o apertado programa cultural que oferece ao longo do ano tinha arrancando o mês de Agosto coincidindo com a celebração do Dia dos Antigos Ofícios, organizando uma exposição de máquinas de escrever antigas e câmaras fotográficas da época que permitiram completar este evento etnográfico, que cada ano cheia as ruas do centro histórico com trabalhos que já têm desaparecido do mercado laboral faz vários lustros.

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