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Questiúncula entre PSOE e PP pela nova taxa para ver monumentos

Se passará de pagar 1,50 a 2 euros pela bilhete e de 7,50 a 8 pelas visitas guiadas

 

Membros do plenário/pleno na sessão extraordinária celebrada ontem no Ayuntamiento de Trujillo. - EL PERIÓDICO

YOLANDA JIMÉNEZ BENITO prov-caceres@extremadura.elperiodico.com TRUJILLO
14/01/2020

A sala de plenários/plenos do Ayuntamiento de Trujillo acolheu ontem, às cinco da tarde, uma sessão plenária extraordinária para debater diversas questões.

A ordem do dia o formavam sete pontos entre os que destacavam a cessão gratuita de um bem patrimonial a favor da Diputación de Cáceres, para destiná-lo à construção de um parque regional de bombeiros e um centro de formação, que se aprovou por maioria absoluta e o convénio de colaboração entre a Câmara Municipal e a Igreja de Santa María a Maior/velho no projeto de planificação e desenvolvimento turístico de Trujillo.

No entanto, o tema que mais tempo ocupou dentro do debate foi a modificação da ordenança fiscal reguladora da taxa por prestação de serviços ou realização de atividades. Nomeadamente, a tarifa décima, a relativa a visita a museus e monumentos históricos.

Neste ponto se submetia a debate e a votação a subida de 1,50 a 2 euros a bilhete a alguns monumentos e de 7,50 a 8 euros as visitas guiadas.

Uma vez exposta a questão e no primeiro revezo de intervenções, {Inés} Rubio, porta-voz do Partido Popular, fez referência a que «apesar de que a subida não é importante, se deveria ir mais além e ser feito uma análise global do sector e preparar uma bateria de medidas fiscais, para solucionar realmente os problemas». Além disso, acrescentou que se está limitando a oferta turística», já que segundo o relatório/informe, a igreja de São Martín e a de Santiago, não encontram-se dentro dos monumentos que oferece a câmara municipal aos visitantes.

esclarecimentos do governo /Logo a seguir, Enrique Borrega, vereador de Cultura, esclareceu à popular que «não se está diminuindo a oferta turística em nenhum caso, dado que as duas igrejas mencionadas seguem/continuam abertas. No caso de São Martín, com uma gestão própria, dado que tinham umas exigências económicas que a Câmara Municipal não podia assumir».

Rubio, insistiu em saber qual seria a estratégia a seguir/continuar pelo plantel/elenco de governo em matéria de Turismo, ao que Borrega respondeu que «não era pouco/bocado passar de gastar 45.000 euros em protocolo em 2018 a 2.000 euros em sete meses de governo, ou de 95.000 euros em promoção turística, que no fim são {viajecitos}, a 57.000 euros na atualidade».

A porta-voz do PP respondeu ao vereador socialista dizendo que «deveria sentar-se com o sector e ter em conta se a quantia dedicada a turismo é uma despesa ou um investimento», acrescentando que sua preocupação vai para além de a subida duma taxa, «vai encaminhada a montar uma estratégia global».

Por seu lado, José Antonio Redondo, presidente da Câmara Municipal de Trujillo, fechou o debate cunhando que o PSOE apostaria em fazer modificações «a pouco e pouco» para paliar o défice que atualmente tem a Câmara Municipal.