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O programa municipal de famílias tem atendido neste ano a 50 menores

Quatro estão a fazer serviços à comunidade por pequenos delitos. Três técnicas ajudam ao núcleo familiar no âmbito educativo e social

 

A vereadora de Família, numa imagem de arquivo. - TONI GUDIEL

RAQUEL RODRÍGUEZ plasencia@extremadura.elperiodico.com PLASENCIA
14/03/2020

La Concejalía de {Familia} del {Ayuntamiento} de Plasencia cuenta con un programa de atención a familias que, no que vai de ano, tem atendido a 34 núcleos familiares, com 50 menores.

Segundo explicou ontem a vereadora {Mayte} Díaz, alguns chegam derivados da Procuradoria de Menores e, atualmente, 4 realizam serviços à comunidade «por delitos pequenos». Também se conta com o apoio de um plantel/elenco localizado em Cáceres para «melhorar situações de risco».

Em Plasencia, trabalham neste programa uma psicóloga, uma trabalhadora social e uma educadora social, que se encarregam de avaliar os problemas de cada família, informar, assessorar e ajudar a resolver qualquer conflito ou necessidade.

Assim, a psicóloga avalia o funcionamento da família de maneira individual e em grupo para modificar pautas, solucionar conflitos, detetar patologias e realizar um seguimento dos menores.

Por sua vez, a educadora social trabalha no âmbito educativo, marcando pautas, orientando e informando sobre/em relação a os recursos de lazer, bem como sobre/em relação a medidas de higiene e alimentação.

La trabalhadora social informa, orienta e assessora.

La vereadora assinalou que as áreas de atuação som, por um lado, a habitação, tanto/golo a parte económica como a organização doméstica, melhorar a resolução de conflitos e o manejo dos problemas e a integração social. Por outro, se intervém em atividades de prevenção «para que não tenha absentismo escolar» e a Câmara Municipal oferece também bolsas de transporte escolar, de sala de jantar e para o centro de educação pre-escolar Dulce Chacón.

Quanto aos dados do que vai de ano, Díaz tem apontado que a maioria de famílias atendidas têm um filho menor e 10 núcleos familiares recebem atenção em seu domicílio, enquanto o resto vai aos serviços sociais.

O programa conta com subsídio da Junta e a vereadora pediu «que se alargue com mais pessoal».