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El Periódico Extremadura | Terça-Feira, 21 de novembro de 2017

O presidente da Câmara Municipal Luis Miguel Vacas cessa hoje após ser condenado

Cumprirá oito anos, seis meses e um dia de inabilitação por prevaricação

FAUSTINO MARTÍN provin-caceres@extremadura.elperiodico.com TORREJÓN EL RUBIO
05/09/2017

 

O presidente da Câmara Municipal Torrejón el Rubio, o socialista Luis Miguel Vacas, será cessado hoje terça-feira, dia 5 de {seltiembre}, depois de/após que tenha sido condenado a oito anos, seis meses e um dia de inabilitação por um delito continuado de prevaricação, ao beneficiar a sua mulher e a seu filho em processos de emprego municipal. No passado mês de Julho a Audiência Provincial confirmou a pena ao presidente da Câmara Municipal.

O Plenário/pleno do Câmara Municipal se reunirá hoje, às 09:30 horas, numa sessão extraordinária, com um único ponto da ordem do dia: a toma em conhecimento da situação de incompatibilidade de Vacas após ser condenado, segundo informou ontem Izquierda Unida num comunicado.

Após isso se produzirá a cessação imediato de Vacas como presidente da Câmara Municipal e vereador, se declarará sua vaga e se solicitará uma nova credencial de vereador à Junta Electoral Central para que lhe substitua, recolhe/expressa Efe.

A sessão plenária se produz a pedido/solicitação da oposição/concurso público, segundo IU, que recordou que até em duas ocasiões solicitou a celebração duma sessão extraordinária para cumprir com a Lei Electoral.

O procedimento de declaração de incompatibilidade deveu ser realizado pelo próprio presidente da Câmara Municipal, que não somente não o fez, mas impediu a celebração da sessão extraordinária que pediram em Julho o PP e IU. Após a primeira negação, um vereador de IU, Miguel José González, e outra do PSOE, Encarnación Raigal, voltaram a solicitá-lo o 16 de Agosto.

Uma semana depois, acrescentou IU, toda a oposição/concurso público recordou à tenente de presidente da Câmara Municipal, Nazaret Gordo, do PSOE, e única vereador que se manteve no plantel/elenco de Governo e apoiando a Vacas, a obrigação de ser feito a sessão, e por fim foi convocada. O processo tem ido dilatando-se apesar da existência, em menos de um mês, de três relatórios de secretaria e outro de Assembleia provincial que advertiam da situação de incompatibilidade de Vacas.

Uma vez que se desenvolva o plenário/pleno convocado para hoje, IU vai a exigir por escrito/documento à tenente de presidente da Câmara Municipal que «atue consoante a legalidade e proceda à convocatória de um plenário/pleno em menos de dez dias úteis para que se possa {eligir} novo presidente da Câmara Municipal».

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