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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 23 de novembro de 2017

O presidente da Câmara Municipal denúncia danos e sujidade junto à catedral

García Ballestero afirma que os factos/feitos são o resultado duma atitude «{incívica}»

NIEVES AGUT prov-caceres@extremadura.elperiodico.com CORIA
14/09/2017

 

A Câmara Municipal de Coria, através de seu presidente da Câmara Municipal, José Manuel García Ballestero, denunciou os atos vandálicos cometidos nos arredores dum dos monumentos mais relevantes da localidade {cauriense} como é a Catedral, bem como os diferentes resíduos de lixo que têm aparecido repartidos em dito lugar, em plenário/pleno centro histórico. O presidente da Câmara Municipal mostrou seu mal-estar e indignação por estes factos/feitos detetados ontem e que ele mesmo expressou que são o resultado de «uma atitude {incívica}». Além disso, confessou ontem sentir-se indignado depois de/após ver como uma zona que, recentemente foi reabilitada e acondicionada, tornou-se num lugar onde têm aparecido restos de comida/almoço, sacos e embalagens, «convertendo um espaço emblemático num estrumeira», afirmou.

Ao mesmo tempo, José Manuel García Ballestero recordou que faz apenas dois meses que finalizaram as obras de reabilitação da catedral e da praça/vaga onde está situada, umas obras que contaram com um investimento de 1,5 milhões de euros. «Alguns devem acreditar/achar que foi para que eles o convertam num estrumeira e o destrocem em apenas dois meses», assinalou.

Após ter conhecimento destes atos, o presidente da Câmara Municipal manteve ontem mesmo uma reunião com os máximos responsáveis da policia municipal de Coria com o fim de estudar a situação e tomar medidas que ajudem a evitar este tipo de atos de vandalismo e da falta de respeito até o ambiente urbano e o património «que é de todos», afirmou. Da mesma maneira, enfatizou que o turismo «é um dos motores económicos da nossa {cuidad} e se está investindo muito em isso para que alguns se empenhem em dar uma imagem lamentável apesar dos esforços por melhorar que se estão a fazer».

Desde a câmara municipal recordaram que {lamentablemente} foram muitas as ocasiões nas que o centro histórico foi objeto de importantes danos cometidos por atos de vandalismo. Além disso, advertiram que cada ano o arranjo dos estragos que sofre o património lhe subida uns 60.000 euros aos cofres municipais pelo que apelaram à importância do civismo.

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