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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 1 de abril de 2020

O pessoal dos Pinheiros diz estar «transbordada» e pede mais meios

Som uns 120 trabalhadores, que reclamam mais pessoal e materiais. Consideram que estas condições diminuem a atenção aos doentes

RAQUEL RODRÍGUEZ plasencia@extremadura.elperiodico.com PLASENCIA
15/03/2020

 

Nos sentimos abandonados e transbordados no dia-a-dia». O afirmam os trabalhadores do centro urbanização os Pinheiros de Plasencia, com uma plantel/quadro de umas 120 pessoas que atendem a doentes de alzhéimer. Muitos se manifestaram nesta semana para pedir soluções à Junta. Fizeram-no antes de que a crise pelo coronavirus tomasse a dimensão atual e, embora entendem que a prioridade de Saúde agora é o {covid}-19, suas procuras não mudaram.

«Desde há anos, {sufrimos} diversas deficiências, que no melhor dos casos, se {parchean} temporariamente, longe de dar-lhe uma solução definitiva», afirmam.

Sobretudo, sublinham que a falta de meios humanos «é já insustentável». Porque, em seu caso, trabalham «com pacientes que geram uma grande procura de cuidados dado que, ao envelhecimento fisiológico normal/simples, se acrescentam dificuldades de comunicação, alteração de conduta, medos, rigidezes musculadas e outras características do alzhéimer».

Asseguram que isto implica «uma maior/velho carga/carrega de estreitamente, tanto/golo física como emocional e nos vemos transbordados». Tanto/golo é por isso se produz «um aumento significativo do número e duração de baixas por incapacidade, que tardam em cobrir-se», pelo que os trabalhadores, por necessidades do serviço, estão vendo anulados seus dias livres e acumulados, que se acumulam e não podem usufruir.

Por sua vez, consideram necessário dispor de mais tempo para «dar a qualidade assistencial» {adeducada} aos doentes quanto a cuidados, «{indivualizados} e variáveis em curtos períodos de tempo».

Criticam também a falta e mal estado de meios materiais em todos os coletivos como carroças de lingerie «inapropiados», falta de reposição em roupa de cama, de provisão de balneário, de medidas de proteção, cadeiras e cadeirões em mal estado, escassez de material e instrumental de enfermaria e limpeza insuficientes...

Instam à Junta a que solucione as deficiências por uma melhor atenção aos doentes.

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