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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 17 de fevereiro de 2020

Os moralos pedem na rua que a linha do comboio seja subterrânea

Vizinhos/moradores e políticos rejeitam que se faça em superfície e que se construa um muro

NIEVES AGUT prov-caceres@extremadura.elperiódico.com NAVALMORAL DE LA MATA
12/07/2019

 

Centenas de pessoas se somaram ontem à manifestação que percorreu as principais ruas e praças/vagas de Navalmoral de la Mata para mostrar sua rejeição à intenção da direção Administrativa de {ADIF} de construir um muro a cada lado da linha férrea, para fazer viável o novo Comboio de Altas Prestações a seu passo pela cidade. Um projeto que se encontrou com a rejeição total de coletivos sociais, associações desportivas e de vizinhos, bem como numerosos cidadãos particulares e dos grupos políticos PSOE (participou, entre outros, a presidenta da Câmara Municipal {Raquel} Medina), Ciudadanos, Partido Popular, Extremenhos e Unidas Podemos, segundo confirmou a plataforma.

O ato de protesto se iniciou na praça/vaga de Espanha, face ao Câmara Municipal, para seguir/continuar depois até à estação de comboio e chegar até ao Parque Municipal Casto {Lozano}. Neste lugar se leu um manifesto, por voz de Felipe del Castillo, diretivo do Moralo {CP}, durante o qual se enfatizou que «sem nenhuma dúvida, o futuro de Navalmoral para os próximos 200 anos não passa por um muro que nos divida socialmente e uma barreira que nos asfixie economicamente». Também, se acrescentou que, «não {aceptamos} que a melhoria histórica do comboio deixe a porta da Extremadura sem futuro, afetando a mais de 100.000 potenciais usuários regionais do caminho de ferro» e se incidiu em que «com o investimento económica atual, se pode construir o {soterramiento} de 1,5 quilómetros resolvendo os problemas técnicos relativos ao nível {freático} e passo de três arroios».

Por estes motivos, segundo expressou-se no manifesto, «{declaramos} nosso firme/assine acordo/compromisso em defender até as últimas consequências perante {ADIF} e o Ministério correspondente, que o mais sustentável, seguro e integrador passa pelo {soterramiento} da parte urbana». Para além de «nossa vontade de trabalhamos/trabalhámos conjuntamente com as instituições, coletivos, associações e vizinhos/moradores para que o investimento económica apresentada não gere um futuro empobrecido».

Da mesma maneira, durante a leitura se quis deixar claro que «as gerações presentes e futuras não tenham que lamentar que aqui e agora não tenhamos lutado todos juntos para criar um futuro sem muro». Por tudo isso, segundo continuou o escrito/documento lido por Felipe del Castillo, «pedimos a {ADIF} que suspenda os trabalhos em redação sobre/em relação a superfície, considerando portanto um novo período de aplicação ambiental para elaborar um projeto que contemple o {soterramiento} urbano do comboio sem modificação de traçado». Finalmente, se solicita às diferentes administrações provinciais, autonómica e estatais que «recebam juízo diante da demora na terminação das obras em Navalmoral com conhecimento de causa que o troço que une com Madrid estará pendente vinte anos mais».

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